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Quem pode fazer pós-graduação? Descubra agora!

Postado por Fábio Albuquerque

O que há alguns anos era considerado um grande diferencial na carreira, hoje virou requisito básico para quem almeja o sucesso profissional. Mas uma pergunta continua invadindo os sonhos de profissionais preocupados com sua realização na carreira: afinal, quem pode fazer pós-graduação?

Qual é o melhor momento para se dedicar a uma especialização, que áreas considerar como alvo e que caminho seguir são alguns dos tantos questionamentos que permeiam o planejamento de carreira de quem precisa definir onde chegar.

Depois de concluir a graduação, chega a hora de escolher a área em que se deseja especializar. Para isso, é preciso considerar tendências de mercado, inovações tecnológicas e necessidades das empresas, além de suas próprias habilidades técnicas e comportamentais — sim, elas farão toda a diferença no tempo necessário para atingir o topo da carreira.

Neste post, apresentaremos 4 perguntas fundamentais para quem precisa definir sua especialização e os rumos de sua carreira. Vamos conferir?

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Tecnólogo pode fazer pós-graduação?

O curso tecnológico é certificado pelo Ministério da Educação como um curso superior. Esse aspecto não deixa dúvidas sobre a possibilidade de graduados nessa modalidade se inscreverem em cursos de pós-graduação.

O tecnólogo graduado se forma em todas as matérias da grade curricular aprovada pelo MEC, estando apto a exercer sua função profissional e dar seguimento à carreira em cursos de especialização. É importante lembrar que, para fazer uma pós-graduação, o primeiro requisito é a conclusão do curso superior: tecnólogo, graduação em licenciatura ou bacharelado.

A diferença básica entre o tecnólogo e a licenciatura ou bacharelado, além do prazo de duração, é a abrangência dada às matérias. O curso tecnológico aborda o currículo de forma concisa. Entretanto, os estudantes dessa modalidade precisam dedicar-se mais aos estudos e trabalhos a ela relacionados.

A realidade é que o aprendizado depende mais do aluno e de sua dedicação, sem a qual a assimilação do conteúdo necessário fica prejudicada. Obviamente, a estrutura da faculdade, a qualidade do corpo docente, a tradição no ensino e os investimentos voltados para o aluno são diferenciais que honram a dedicação dos estudantes.

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Lato sensu ou Stricto sensu: qual pós fazer?

Essa é uma dúvida recorrente de quem está planejando a carreira e quer minimizar as possibilidades de erros na escolha da pós-graduação, depois de se graduar.

A modalidade lato sensu engloba os cursos de especialização e MBA. Esses cursos são bastante apropriados para o mundo corporativo por vários motivos. Com o foco em resultados a serem alcançados em prazos exíguos, o profissional recebe uma carga de conhecimento em menor período de tempo, de maneira mais prática e aplicável à sua rotina de trabalho.

Pensamento estratégico e capacidade analítica são características dessa modalidade de ensino, pois todo o conteúdo deve ser ministrado dentro do prazo estabelecido, de forma a alcançar os resultados propostos.

Claro que existe uma certa pressão sobre o profissional, que, além da rotina de trabalho, precisa absorver as matérias sem comprometer sua performance. Mas essa pressão faz parte da formação — afinal, resiliência é uma das qualidades comportamentais mais procuradas em executivos de médio e alto escalão. E resiliência se traduz na capacidade que o profissional tem de suportar pressões e impactos, absorvê-los e retornar ao estado original mais forte e maduro.

Os cursos de especialização, em sua maioria, têm carga de 360 horas, e o profissional recebe certificado reconhecido pelo MEC. A pós-graduação stricto sensu é mais procurada por profissionais interessados em seguir a carreira acadêmica, dedicando-se ao ensino e pesquisas.

Embora profissionais com pós-graduação lato sensu também estejam capacitados a ministrar aulas, instituições de ensino dão preferência a professores com mestrado e doutorado. Com o olhar voltado para a pesquisa e ensino, tanto o mestrado quanto o doutorado abordam extensas grades curriculares, com alta carga de pesquisa, trabalhos e produção de artigos científicos.

A duração dos cursos é de no mínimo 18 e no máximo 24 meses para o mestrado, enquanto para o doutorado a duração mínima é de 24 e a máxima de 42 meses. A duração faz parte dos quesitos da CAPES — Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

É possível fazer pós-graduação em áreas diferentes?

Essa é uma preocupação pertinente, mas a resposta pode lhe abrir portas bastante promissoras. Não existe regra para qual tipo de especialização você pode ou não fazer, pois o mercado de trabalho será seu avaliador.

Por isso, é preciso considerar as tendências de mercado, como abordado na introdução. Existe a figura do profissional híbrido, com graduação em uma área e especialização em outra, que pode ou não ter correlação com a primeira.

Muitos profissionais de sucesso optam por se especializar em áreas correlatas, para expandir conhecimentos específicos e potencializar sua performance, especialmente em funções gerenciais. Outros se especializam em áreas distintas, porém complementares a sua formação, em virtude das mudanças pelas quais o mercado vem passando.

Um exemplo claro é o de profissionais graduados em Gestão de RH que buscam uma especialização em direito empresarial ou do trabalho, objetivando ampliar sua visão sobre a organização, o mercado e o ambiente no qual estão inseridos.

Esse profissional, mesmo sem poder advogar, ampliará seus horizontes profissionais, obtendo reconhecimento dentro da organização e melhorando sua performance por meio da visão estratégica, legal e da capacidade analítica de cenários.

Por que fazer pós-graduação?

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A resposta é simples: porque o mercado de trabalho exige mais que a graduação. Os profissionais em busca de melhores oportunidades estão se preparando para aproveitar aquelas que surgirem em virtude de suas competências e visão estratégica. Para esses, as melhores portas se abrem.

Mas o curso de pós-graduação tem mais vantagens. Em sala de aula você encontrará outros profissionais, com diferentes pontos de vista, experiências similares e distintas, e com atuação em outros segmentos, que poderão agregar conhecimento diferenciado, além de novas formas de pensar e de agir.

Esse cenário enriquecedor você não encontrará em nenhum outro lugar. No ambiente corporativo, com prazos cada vez menores e listas de tarefas cada vez maiores, não sobra tempo para interagir e compartilhar experiências.

Dentro da sala de aula suas participações e as dos colegas serão um celeiro de informações, conhecimento prático e experiências enriquecedoras, tudo acessível de maneira didática, natural e profissional.

Outra vantagem é que você colaborará com outros, gerando novos relacionamentos e um networking rico, que será proveitoso em sua carreira durante o tempo em que cultivá-lo. Estudos e carreira profissional caminham juntos. Não é essa a nossa realidade?

Aprendemos — e ensinamos — durante toda a carreira e ninguém pode se dar ao luxo de parar de aprender. Aliás, grandes nomes do mundo corporativo continuam ensinando e aprendendo, inclusive com seus alunos, pois o compartilhamento de ideias é uma atividade das mais enriquecedoras e gratificantes.

Tirou suas dúvidas sobre quem pode fazer pós-graduação? Então aproveite para compartilhar sua opinião conosco, aqui nos comentários!

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Fábio Albuquerque

Fábio Albuquerque

Pró-Reitor da Pós-graduação do Unipê. Mestre em Administração pelo Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade da Paraíba, Especialista em Estratégia Empresarial e Pesquisador de Marketing, Consumo e Sociedade, além de Tecnologia da Informação e Sociedade.

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