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Marketing pessoal: guia do que não fazer

Postado por Fábio Albuquerque

Você certamente já deve ter ouvido aquele velho ditado: “quem não é visto, não é lembrado”. Essa frase tem tudo a ver com o marketing pessoal! Porém, quem pensa que apenas ser visto já é suficiente para ser lembrado profissionalmente de maneira positiva, está totalmente enganado. Acima de tudo é preciso fazer um marketing de qualidade!

Nesse caso, existe uma série de fatores que precisam ser levados em consideração para que o seu marketing pessoal surta o efeito esperado. Muito se fala sobre o que fazer para atrair clientes e conquistar o público, mas e quanto ao que não fazer?

Foi pensando nisso que criamos para você um guia com uma abordagem um pouco diferente: veja aqui uma lista de erros comuns que você deve evitar quando fizer contatos profissionais!

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1. Vestir-se inadequadamente

Pode parecer um tanto antiquado falar sobre a forma de se vestir em pleno século XXI, mas a verdade é que a aparência ainda é um aspecto que impacta sim – e muito – no marketing pessoal. Afinal, mesmo que a primeira impressão não fique para sempre, uma imagem inicial negativa pode te prejudicar.

Por isso, sempre que for fazer uma entrevista de emprego, visitar um cliente, fazer networking em eventos ou algo similar, é importante cuidar do código de vestimenta e da aparência de modo geral.

Ou seja, se a empresa é do tipo conservadora, por exemplo, é importante cuidar da barba, dos cabelos e das unhas, além de optar por roupas que não mostrem muita pele. É uma questão de bom senso e que pode contar muitos pontos a favor da sua imagem.

2. Fazer propaganda enganosa

Existe uma grande diferença entre fazer marketing pessoal e fazer propaganda enganosa. O primeiro significa se valer das suas maiores qualidades, apresentá-las e utilizá-las a seu favor, expondo o seu verdadeiro eu profissional. Já a propaganda enganosa é se valer de qualidades que na verdade você não tem, ou seja, mentir.

Não é preciso falar muito mais sobre o assunto, não é mesmo? Afinal, já é de se imaginar que mentir ou fazer propaganda enganosa – chame como preferir – é algo extremamente prejudicial para qualquer profissional.

Por isso, tome muito cuidado para não exagerar nas proporções e acabar criando expectativas muito altas que você não possa cumprir depois.

3. Atrasar-se para os compromissos profissionais

Apesar de os brasileiros não serem tão exigentes com a pontualidade quanto os britânicos, os atrasos em ambientes profissionais ainda são mal vistos pela maioria das pessoas. Por isso, sempre que você tiver algum compromisso, se programe para chegar pelo menos na hora marcada. O ideal, na verdade, é chegar com cerca de quinze minutos de antecedência.

Se por acaso você tiver algum imprevisto, jamais deixe de informar à outra pessoa. Se for preciso, ainda, remarcar o compromisso, faça isso com várias horas de antecedência, nunca em cima da hora marcada.

4. Falar demais

Estabelecer um bom diálogo com o entrevistador, com o cliente ou com qualquer interlocutor é muito importante. Mas veja bem: a conversa deve ter como base um diálogo, nunca um monólogo.

É importante saber falar, saber expor seus pontos de vista, saber argumentar e dar continuidade a uma conversa, mas falar o tempo inteiro – ou pior, falar coisas que não condizem com o assunto – pode ser prejudicial para você. É muito importante saber ouvir e prestar atenção. Assim a outra pessoa saberá que você realmente está interessado no que ela tem a dizer.

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5. Soar arrogante e autoritário

Outra questão com a qual preciso ter cuidado é não falar ou agir de modo a parecer arrogante e autoritário. Seu cliente, fornecedor ou entrevistador não vai gostar de interagir com alguém que tenha essas características. Por isso, é preciso saber medir as palavras e ações para não acabar sendo mal interpretado.

Procure não expor suas opiniões como se fossem a única verdade no mundo, preste atenção ao tom de voz que usa nas conversas (pois às vezes é o tom de voz que acaba dando outro sentido ao que dizemos)  e à sua linguagem corporal. Evite também se vangloriar em excesso dos seus feitos.

6. Mexer no celular o tempo todo

O celular está cada vez mais presente em todos os aspectos da vida das pessoas, do pessoal ao profissional. Porém, há momentos em que deixá-lo de lado é essencial.

Em uma entrevista de emprego, a postura correta é deixar o celular desligado, guardado e checar se os alarmes estão desativados. Assim você não corre o risco do aparelho tocar ou emitir algum som que possa atrapalhar a entrevista.

Já num almoço ou jantar de negócios, por exemplo, você até pode deixar o aparelho ligado, mas preferencialmente em modo silencioso e guardado no bolso. Jamais fique mexendo no celular, use apenas em caso de emergência ou necessidade.

7. Consumir bebidas alcoólicas em um almoço ou jantar de negócios

Nunca opte por uma bebida alcoólica durante um almoço ou jantar de negócios, pois se o seu interlocutor tiver um estilo mais conservador, isso pode acabar sendo mal visto. Sem falar que a bebida alcoólica pode diminuir sua capacidade de raciocinar e argumentar com a devida clareza.

Em um happy hour com os colegas da empresa, por outro lado, um chopp até pode cair bem. Deixe, então, as bebidas alcoólicas apenas para as ocasiões festivas e comemorativas. Na hora de tratar de negócios, dispense.

8. Falar mal de terceiros

Um péssimo hábito é falar mal de um terceiro, seja um ex-empregador, uma empresa, um ex-sócio ou algum colega de trabalho.

Acredite: falar mal de outras pessoas para diminuí-las não fará você “crescer” perante seu interlocutor. Falar mal do ex-empregador não fará com que o entrevistador tenha mais confiança em você – pelo contrário! Por isso, foque nas suas qualidades, nos pontos que você tem a melhorar e nunca use um terceiro para justificar um erro que você cometeu.

Saber fazer um bom marketing pessoal é muito importante para alavancar a carreira profissional e até para melhorar a vida pessoal. E você, o que acha que prejudica esse tipo de marketing? Deixe o seu comentário!

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Fábio Albuquerque

Fábio Albuquerque

Pró-Reitor da Pós-graduação do Unipê. Mestre em Administração pelo Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade da Paraíba, Especialista em Estratégia Empresarial e Pesquisador de Marketing, Consumo e Sociedade, além de Tecnologia da Informação e Sociedade.

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