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Descubra por que inteligência emocional no trabalho é fundamental

Postado por Fábio Albuquerque

Anos de formação acadêmica, experiência em diversas áreas, vivência no exterior e competência técnica excepcional. Um profissional pode ter todas essas características, mas se não tiver inteligência emocional no trabalho, não terá êxito no mercado. Os processos seletivos e as organizações podem não dar a ênfase necessária para essa característica, mas no dia a dia, elas tratam de selecionar os profissionais emocionalmente inteligentes.

Esse tipo de inteligência traduz a capacidade de lidar com as variações do mercado de trabalho, com as intempéries pessoais e profissionais sem se desequilibrar. Ou seja, é uma habilidade que pode ser adquirida, treinada e desenvolvida. No ambiente corporativo, essa é uma característica muito valorizada. Por isso, descubra a seguir 7 razões pelas quais ela é fundamental!

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Lidar com ambientes diversos

Se você pensar rapidamente em todos os locais que já trabalhou, perceberá que cada emprego era de um jeito. Toda instituição tem as suas próprias regras e uma cultura específica, logo, é preciso aprender a lidar com diferentes tipos de ambiente. Alguns lugares exigirão uma postura mais firme, outros serão mais flexíveis.

O certo é que em todo lugar será preciso lidar com pessoas diferentes, com níveis de maturidade, formação e cultura totalmente distintos. Ter inteligência emocional é ter sensibilidade para perceber isso e se adequar a cada um desses ambientes e as pessoas presentes neles.

Trabalhar sob pressão

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e os colaboradores precisam se preparar para conquistar espaço com garra e profissionalismo. As empresas trabalham por resultados e os profissionais têm que se preparar para lidar com situações muito angustiantes, como prazos apertados e muita pressão. Esse tipo de inteligência garante a condução das tarefas de forma adequada, com a devida atenção a cada ponto essencial.

Muitos profissionais travam em momentos complexos, se desesperam ou não conseguem a tranquilidade adequada para fazer as melhores escolhas. Esse tipo de inteligência dá a sustentação necessária para passar por situações de grande conflito ou pressão.

Ter apoio para fazer escolhas

A vida como um todo requer preparação para fazer escolhas. Desde a opção profissional, a área de atuação, as empresas nas quais deseja trabalhar: tudo exige muita inteligência emocional para se fazer a melhor escolha.

No entanto, escolher não é algo trivial, exige dedicação para saber avaliar o que realmente importa em determinado período da vida. Perceber quais nuances fazem parte dessa escolha, quais são os impactos dela e os esforços que elas envolverão é uma tarefa para uma pessoa emocionalmente equilibrada.

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Liderar um grupo

Você pode até não almejar um cargo de liderança, mas se deseja crescer profissionalmente, precisará se educar emocionalmente. Os grandes líderes são profissionais conciliadores, que sabem ouvir, ponderam e valorizam as pessoas. Ou seja, eles sabem lidar muito bem com as suas emoções.

Saber controlar as emoções no trabalho é algo fundamental. Não quer dizer que você será uma pessoa incapaz de se emocionar, mas que fará isso na medida certa. Se um colega chora de raiva, porque os outros foram promovidos e ele não, naturalmente, há um desvio a ser corrigido. Para ocupar cargos de liderança, é vital aprender a controlar as emoções.

Ganhar respeito

O profissional que tem esse tipo de inteligência ganha a confiança do grupo. As pessoas desenvolvem por ele um reconhecimento que muitas vezes não têm por elas próprias. Por isso, sabem que se uma tarefa for delegada a ela, não haverá razões para desequilíbrios ou desespero.

Esse tipo de profissional é preparado para dizer não e o faz quando precisa. Eles sabem que a segurança e a credibilidade significam não assumir uma tarefa que você não dá conta apenas para agradar o chefe, mas fazer aquilo que pode, da melhor maneira possível.

A inteligência emocional é fundamental no trabalho, porque ajuda o profissional a usar ferramentas que ele mesmo possui em prol do conjunto, valorizando a equipe. O profissional que percebe esses benefícios e faz uso deles, se destaca no mercado e tem melhores chances de ascensão na carreira.

Evitar desgaste

Pense em três perfis de profissionais que você conhece: um explosivo, um passivo e um proativo. A cada decisão que o profissional explosivo precisa tomar, ele quase infarta várias vezes. Grita, faz escândalo, dramatiza, anuncia a decisão várias vezes e, após decidir, continua sofrendo.

Geralmente, o passivo perde o tempo de tomar a decisão, ele funciona ao sabor do vento e sempre achará que as coisas se resolverão por si só, por isso, costuma sempre se arrepender por não ter agido antes.

Já o profissional proativo, que trabalha com esse tipo de inteligência, é preparado para fazer a leitura do contexto antes de se decidir e consegue reunir os dados necessários para a tomada de decisão. Não quer dizer que ele nunca falhará, não é isso. A diferença é que ele sabe lidar com a situação e tem maior facilidade para revertê-la, tornando-a algo positivo.

Estar entre os melhores

Todo ambiente de trabalho tem aquelas pessoas que são referência na equipe por seu posicionamento, postura e capacidade de influenciar pessoas e tem os famosos espanta bolinhos. Ninguém gosta de ficar perto de profissionais que não lidam bem com suas próprias emoções. Essas pessoas são imprevisíveis e exacerbam todo tipo de sentimento. Se estão felizes, ficam eufóricas demais; se estão tristes, ficam depressivas e isoladas.

Para estar entre os melhores e fazer parte de uma equipe de ponta, ter esse tipo de inteligência é uma característica relevante, que vai garantir que os melhores profissionais também escolheram estar com você. Em times equilibrados a melhor vantagem é poder aprender com a postura e contribuição dos demais colegas.

Como se sabe, esse tipo de inteligência não é uma característica inerente ao indivíduo. A boa notícia é que este perfil pode ser aprendido. Ou seja, basta se esforçar para mudar as suas atitudes para ter êxito.

E para você, como a falta de inteligência emocional no trabalho prejudica o profissional? Você está tendo dificuldades para desenvolver tal característica? Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário nesse post, assim poderemos ampliar a nossa discussão sobre o assunto!

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Fábio Albuquerque

Fábio Albuquerque

Pró-Reitor da Pós-graduação do Unipê. Mestre em Administração pelo Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade da Paraíba, Especialista em Estratégia Empresarial e Pesquisador de Marketing, Consumo e Sociedade, além de Tecnologia da Informação e Sociedade.

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