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Entenda a importância de conhecer suas limitações para mudar de atitude

Na vida profissional e pessoal uma atitude pode fazer toda a diferença: conhecer suas limitações. Sim, essa é uma ferramenta fantástica que pode te fazer mais feliz no dia a dia e mais realizado profissionalmente.

É um fato que todos temos pontos fortes e fracos, mas são poucos os que conseguem perceber os benefícios de conhecer as limitações para mudar de atitude. Essa percepção é fundamental na escolha da carreira, na decisão de trocar de emprego ou no momento em que você decide formar uma família. Se você se conhece bem, saberá quais os desafios poderá enfrentar e de que forma conseguirá superá-los.

Confira algumas dicas e saiba como conhecer suas limitações pode te ajudar na hora de mudar de atitude!

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Facilitando os processos de mudança

O autoconhecimento é uma característica que deve ser cultivada no indivíduo ao longo de seu desenvolvimento. Não é uma tarefa fácil, exige exercício, percepção aguçada e muito desprendimento. Esse processo começa com exercícios simples e a partir de pequenos questionamentos: o que me faz feliz? Que tipo de situação me gera incômodo? Que pessoas eu gostaria de ter no meu círculo profissional? O que me faz sentir pressionado?

Quando você se conhece profundamente, consegue perceber de antemão que impactos a mudança trará para sua vida. É vital conhecer suas limitações para mudar de atitude e encontrar novas soluções para antigos problemas. Se você sabe que alterações na sua rotina te causam grande estresse, vai saber planejar-se melhor para que a mudança seja menos impactante para o seu cotidiano.

Por outro lado, se você ainda não se conhece o suficiente, vai despender mais energia com as frequentes mudanças da vida e ainda não conseguirá aproveitar esse processo de forma produtiva.

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Avaliando as motivações internas e externas da mudança

Outra situação muito comum é a mudança motivada pela posição do outro. Às vezes, a nossa própria situação não nos causa nenhum incômodo, mas ao ver que o outro está em uma situação que julgamos melhor, queremos mudar para atingir o mesmo patamar.

Por si só, essa não é uma questão negativa. É sempre interessante que o profissional busque a melhoria constante. O problema é quando a pessoa não sabe se essa é uma demanda própria ou do grupo em que está inserido.

Para distinguir uma coisa da outra é preciso olhar para a própria intimidade: será que o desejo de mudança já existia antes de você percebê-la no colega? O quanto isso te fará sentir-se melhor e mais feliz? Se você estivesse inserido em outro contexto (empresa, família, cidade) essa mudança faria sentido na sua vida? Essas são algumas perguntinhas que devem ser feitas antes de você partir para uma mudança motivada por fatores externos.

Fazendo a gestão das emoções para alcançar grandes mudança

Se você conhece suas limitações, sabe que um dia muito cheio de compromissos pode gerar ansiedade e muito desgaste físico. Sendo assim, o que você faz para se sentir melhor e organizar o seu dia a dia?

Pode optar por ter uma agenda com mais espaços livres e tempo o bastante para planejar, executar e corrigir. Essa é uma forma prática e fácil de gerir as próprias emoções para mudar de atitudes. Se muitas tarefas ao mesmo tempo te fazem se sentir mal, organize-se para ter tempo de fazer tudo com calma.

Funciona da mesma forma com a gestão de mudanças. Se você vai mudar de casa, de emprego, de curso ou de cidade, vai precisar fazer o gerenciamento deste processo para sentir menos os impactos e conseguir tirar o melhor proveito dela.

Algumas variáveis devem ser consideradas durante esse processo: o preparo necessário para a alteração de rotina, providências formais como documentos e outros registros, necessidade de investimento ou gastos, tempo necessário para o planejamento adaptação à nova rotina. Gerir é justamente saber identificar os pontos fortes e fracos das mudanças e saber tirar o melhor proveito delas.

Mudando as relações interpessoais

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Ao longo da vida, vamos lidar com muitos tipos de pessoas: amáveis, enérgicas, felizes, infelizes, profissionais, antiprofissionais. Por isso, é importante termos a consciência de que não podemos mudar ninguém. Só seremos capazes de mudar a nós mesmos e, assim, também conseguiremos impactar o ambiente em que vivemos. Se sabemos que na parte da manhã acordamos com mau humor, por exemplo, podemos nos esforçar para ficarmos em silêncio neste horário e evitar sermos ríspidos com alguém.

Embora pouca gente perceba isso, conhecer suas próprias limitações lhe permite ser muito mais produtivo e feliz. Isso acontece porque evita desgastes desnecessários e menos dificuldades na tomada de decisões.

A consciência de que você altera apenas a própria individualidade traz libertação e responsabilidades, porque te faz se voltar para si mesmo e deixar a decisão dos outros para eles próprios.

Equilibrando a esfera pessoal e profissional

Quando o assunto é mudança, muita gente separa em gavetinhas muito distintas a vida pessoal da profissional. Na verdade, você tem apenas uma vida que inclui esses dois aspectos, portanto não é possível dividir essas duas variáveis de forma tão definitiva.

O filósofo Mário Sergio Cortella fala sobre isso no livro Vida e Carreira: um equilíbrio possível. Toda mudança vai impactar nesses dois segmentos da vida, por exemplo, se você decidir mudar completamente de área de atuação profissional, claro que isso também vai gerar mudanças na vida profissional.

Ao passo que se você toma uma decisão que considera apenas pessoal, certamente perceberá que ela vai interferir na vida profissional também. Isso acontece porque você não é um em casa e outro no trabalho. Você é um indivíduo que conta com diversas relações permeadas pela vida laborativa, familiar, social, entre outros. Nesse sentido, ainda se torna mais relevante conhecer suas limitações para mudar suas atitudes.

O processo de conhecer suas limitações não é fácil, mas é muito importante para que a pessoa se torne mais feliz, produtiva e satisfeita em suas escolhas sejam elas profissionais ou pessoais. Mas, mais do que isso, o autoconhecimento é fundamental para quem busca se melhorar, mudar de atitude diante dos problemas e das relações interpessoais. Somente conhecendo a si mesmo é possível galgar a verdadeira transformação que possibilita uma mente mais livre para fazer as escolhas mais assertivas.

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Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia Pereira Medeiros da Fonseca é reitora do Centro Universitário de João Pessoa - Unipê. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Maryland-EUA, exerceu cargo de Chefe de Arquitetura de Informação (Chief Information Architect) e Gerente do Departamento de Gestão da Informação do Banco Mundial. Possui experiência em negociação e cooperação internacional na área de projetos de informação com agências multilaterais e bilaterais, administrando programas relacionados à análise e ao apoio de projetos científicos e tecnológicos.

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