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Tudo sobre Redes de Computadores: saiba mais sobre essa graduação

Quando respondemos a um e-mail no meio do trânsito ou enviamos imagens capturadas em tempo real, mal paramos para pensar em quem está por trás de toda essa tecnologia. Mas, para que desfrutemos dessa conveniência, um profissional de Redes de Computadores precisa planejar, calcular e pôr em prática uma extensa gama de inovações.

Por esse motivo, um especialista em Redes representa um artigo de luxo nas mais diferentes empresas, de pequeno, médio e grande portes. Portanto, caso você se identifique com atividades que exijam resolução de problemas, raciocínio lógico e cálculos, essa área pode ser a grande chance de decolagem no mercado de trabalho.

Afinal, citamos parte de uma inovação mais atual, em que utilizamos redes Wi-Fi e armazenamos informações valiosas na nuvem, não é mesmo? Mas, para a materialização de tais avanços, é necessário a instalação, desenvolvimento e manutenção dessas redes que crescem a cada dia.

Em meio à rápida expansão do mundo digital, o mercado de trabalho está aquecido, com índices em torno de 90% de empregabilidade. Esse fator tem estimulado a criação de cursos tecnológicos de nível superior nas faculdades e universidades, públicas e privadas.

Então, se você quer saber tudo sobre redes, acompanhe nosso post de hoje e confira detalhes valiosos sobre essa graduação do futuro!

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1. Como é o curso de Redes de Computadores

Sabe aquele curso desenvolvido para atender ao mercado de trabalho, com conteúdos objetivos, aulas práticas e plataforma de nível superior? Um curso de Redes de Computadores é estruturado exatamente assim.

Todas essas características fazem dele a graduação perfeita para quem busca boas oportunidades de emprego para conquistar a tão sonhada independência financeira.

Como estamos falando em tecnologia, podemos salientar que são formados tecnólogos para atuar em empresas como hospitais, de telefonia celular, bancos, grandes companhias, entre outros. Afinal, hoje em dia praticamente todas as atividades necessitam de Tecnologia da Informação (TI) para otimizar o trabalho e ter produtividade.

Essa formação também é bastante procurada por quem já está atuando na área — por exemplo, como técnico (Nível Médio) — e busca melhores oportunidades com salários mais atrativos. Isso porque o tecnólogo é formado, sobretudo, para solucionar problemas e liderar equipes.

Além disso, a carga horária geralmente contribui para que o aluno consiga conciliar trabalho e estudos, mesmo em um curso regular presencial. Aliás, optar por essa modalidade significa ter várias chances de qualificação dentro do próprio campus universitário.

Outro aspecto positivo é o valor total do investimento, proporcionalmente menor se comparado ao dos tradicionais bacharelados de 4 anos. Em geral, uma graduação tecnológica de dois anos viabiliza um retorno mais rápido para a carreira, sem prejuízos à formação. O ritmo de aprendizado é mais dinâmico e direciona as aulas para experiências múltiplas em laboratórios, com embasamento em hardwares e softwares. Pense nisso!

1.1 O que se estuda

Bom, se você gosta de acompanhar as notícias e fica de olho em tudo o que é novidade no mercado tecnológico, então você já tem bons pré-requisitos para investir no curso de Redes de Computadores. Isso porque, além de concluir a graduação, é preciso manter-se atualizado para alcançar posição de destaque no meio profissional.

Você precisa, ainda, se comunicar bem com as Ciências Exatas, pois não faltarão soluções de problemas em projetos que envolvam Física e Matemática. No mais, é ter disposição para ficar antenado nesse ritmo de inovação — bem frenético, pode-se dizer — e se preparar para colher os frutos pela escolha do curso certo.

A grade curricular até varia um pouco de uma Instituição de Ensino Superior (IES) para outra. Mas, em geral, nada que fuja de um projeto pedagógico elaborado sobre os pilares dos tipos e arquitetura de redes, gerenciamento e segurança.

No entanto, é bom ficar atento: a diferença entre variados cursos pode estar nas proporções entre a teoria e a prática. Se o projeto pedagógico é de dar inveja na parte teórica, mas deixa a desejar com a infraestrutura para pesquisas, esqueça!

Também observe as disciplinas que envolvem cálculo e gestão, pois sempre devem fazer parte da grade curricular e são indispensáveis para a prática profissional. Aliás, a teoria aplicada ao curso é basicamente relacionada com o desenvolvimento dessa prática.

E isso pode representar um leque de abordagens, já que ao fim da graduação você deve estar apto para instalar, implementar, gerenciar e fazer a manutenção de redes de servidores e computadores.

Que tal conferir algumas disciplinas específicas para ter aquela ajudinha na decisão?

  • Sistemas Operacionais;
  • Aplicações em Redes e Administração de Sistemas;
  • Redes de Alta Velocidade e Convergentes;
  • Arquitetura de Redes;
  • Redes sem Fio e Comunicação Móvel;
  • Cálculo;
  • Matemática para Comunicação de Dados;
  • Probabilidade e Estatística;
  • Construção de Algoritmos;
  • Cabeamento;
  • Banco de Dados;
  • Comunicação de Dados;
  • Direito e Legislação;
  • Álgebra;
  • Eletricidade e Eletromagnetismo;
  • Empreendedorismo;
  • Gestão de Redes;
  • Virtualização de Redes e Servidores;
  • Fundamentos de Redes de Computadores;
  • Infraestrutura de Redes;
  • Interconexão e Transporte em Redes;
  • Segurança de Redes;
  • Lógica;
  • Responsabilidade Social e Meio Ambiente;
  • Projeto e Desempenho de Redes.

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1.1.1 Como são distribuídas essas disciplinas?

Todo curso profissionalizante precisa de embasamento teórico para a prática profissional eficiente, certo? Com o curso de Redes de Computadores não é diferente! Por isso, o primeiro momento da formação será voltado para o entendimento básico na área de tecnologia e sua importância para garantir qualidade e segurança a toda a rede.

Um pouco de cálculo e temas iniciais sobre o funcionamento das redes serão propostos nessa primeira fase. Apesar da importância de fundamentação, a participação em laboratórios de informática e simulação da prática costumam ser disponibilizadas desde os períodos iniciais.

Assim, é possível favorecer a compreensão sobre temas específicos, como redes sem fio, organização dos computadores, sistemas operacionais, entre outros. No decorrer do curso, assuntos mais complexos serão abordados na interconexão e transporte em rede, conectividade e os temas associados à gestão, direito e legislação.

1.1.2 Qual o objetivo dessas disciplinas?

O principal objetivo dessas disciplinas é contribuir para que o profissional atue como futuro tecnólogo, projetando-o ao exercício profissional eficiente e com princípios éticos.

Vamos supor que gestores de uma indústria têxtil queiram otimizar o trabalho em rede, interligando as linhas de produção ao trabalho administrativo, por exemplo. Embora não seja preciso dispor de conhecimentos têxteis ou de produção em série, é preciso que o tecnólogo reúna competências para solucionar esse tipo de conflito.

Por isso é tão importante a formação multidisciplinar com foco na resolução de problemas. Dessa forma, é possível aplicar as tecnologias necessárias ao projeto de modo que atendam à necessidade do cliente!

1.2 De que maneira o curso prepara o profissional para o mercado

Está aí o grande desafio de qualquer graduação: capacitar o aluno para o mercado de trabalho. Só que não estamos falando de um cenário rígido, com demandas e necessidades previsíveis. A tendência para a comunicação em redes está presente tanto em empresas mais setorizadas como em grandes empreendimentos.

Com isso, a projeção do futuro das redes de computadores permanece pautada nas rápidas transformações e no dinamismo profissional, todos inseridos em uma engrenagem que se movimenta de maneira cada vez mais complexa.

Portanto, o compromisso dos cursos é transmitir essa visão de mundo e viabilizar o ingresso nesse caminho de constante evolução.

O que chega ao mercado tecnológico como inovação já pode estar obsoleto em questão de meses, ou até menos. Dessa forma, mais do que oferecer disciplinas que favoreçam a prática com temas atuais, é preciso preparar esse aluno para construir, no dia a dia, o seu conhecimento sobre tecnologia em redes.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), profissionais de TI com esse preparo estão em falta no mercado. Quem se qualifica, principalmente em nível superior, tem alta empregabilidade. Uma pesquisa revelou que a taxa de empregabilidade de tecnólogos nessa área é de mais de 90%. Já as chances de atuar na mesma área do curso de formação são de quase 80%.

1.2.1 Qualidade

O passaporte para o sucesso profissional, em qualquer área de atuação, é a qualidade garantida dos serviços prestados.

Por isso, além de aprender tudo sobre redes, é necessário mostrar eficiência e atenção aos detalhes no desenvolvimento do trabalho em diferentes sistemas operacionais — como Windows e Linux. Os cursos tecnológicos também preparam o aluno nesse sentido.

1.2.2 Segurança

Além de promover o funcionamento de excelência das redes de computadores, também é primordial a preocupação com a segurança da informação. Afinal, os projetos desenvolvidos em uma empresa não podem ficar expostos a ações maliciosas de hackers.

Essa noção de responsabilidade dentro do universo da gestão de TI precisa nortear a formação profissional no decorrer da graduação, como um dos pilares na condução do curso.

1.2.3 Produtividade

Por fim, o curso de Redes de Computadores precisa preparar o aluno para garantir ofertas de serviços que aumentem a produtividade nas empresas. Aliás, a certeza de agilidade no serviço a partir de uma simples organização de dados, por exemplo, já representa um fator motivador para a contratação desse profissional.

Mesmo que a implementação de redes seja desenvolvida em setores de empresas de pequeno porte, em geral o que se espera é a otimização do trabalho para melhores resultados financeiros.

1.3 Quanto tempo dura e qual é a obrigatoriedade para estágios

Os cursos de Redes de Computadores duram entre dois e três anos, um período relativamente curto se comparado às demais formações de nível superior. Esse ritmo acelerado é possível graças à plataforma voltada para o exercício da prática, geralmente em laboratórios equipados para o trabalho em redes.

Outro fator que contribui para essa "rapidez" é a necessidade de inserir o profissional de forma urgente no mercado de trabalho para atender à crescente demanda das empresas.

A realização de estágios não é obrigatória, mas as IES sempre contam com estrutura para treinamento, além de possibilitar parcerias que conduzem alunos ao mercado de trabalho — muitas vezes, antes mesmo da conclusão da formação acadêmica.

2. Como se dar bem na faculdade de Redes de Computadores

Primeiramente, o ideal é realmente se identificar com as disciplinas trabalhadas no decorrer do curso, tão necessárias para a prática profissional. Assim que você ingressar nessa área, vai perceber a importância delas na rotina das tarefas propostas.

Mas, para você se dar bem mesmo, é preciso ter em mente que um curso superior representa apenas o começo da especialização na área de Redes de Computadores. Portanto, uma dica que pode ser valiosa para o seu futuro como tecnólogo é se preparar para estudar bastante durante toda a carreira.

São justamente a curiosidade constante e a atenção redobrada aos detalhes que vão garantir um diferencial nesse ramo tão promissor. Afinal, um simples fio conectado em uma entrada errada já é suficiente para travar toda a rede e provocar muitos transtornos e prejuízos.

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2.1 Busca por estágio

Aproveite para ficar antenado em oportunidades de estágio na área. Essa iniciativa possibilitará o maior conhecimento prático, inclusive para tirar dúvidas. Geralmente os estágios dispõem de uma carga horária menor, o que pode ser muito produtivo se bem aproveitado.

Além disso, é uma ótima oportunidade para estar perto de profissionais com ampla experiência. Observe todos os movimentos deles, espírito de iniciativa e como solucionam os problemas do cotidiano. Assim, você já dará início à sua capacitação extra para desenvolver trabalhos com maior segurança, desde o planejamento ao relacionamento com clientes, certo?

2.2 Pesquisas e atualizações

Se você gosta mesmo de ficar antenado nos assuntos sobre inovação tecnológica, aproveite esse período de faculdade para entender melhor sobre a evolução de Redes e informações atualíssimas. É quando se está frequentando a academia que surgem grandes oportunidades de participação em seminários, fóruns e eventos afins.

A dica é: tente participar do máximo de eventos relacionados. Por mais que você continue se especializando após a graduação, o ritmo jamais será o mesmo. E você certamente vai se lembrar disso!

3. Como desenvolver habilidades necessárias para ser um bom profissional de Redes

Em termos gerais, cabe ao profissional de Redes desenvolver habilidades para estabelecer relações entre os conceitos de hardware e software. Essas são as principais partes integrantes no processo de funcionamento de equipamentos tecnológicos interligados.

Esse sistema garante a conectividade nos mais diferentes tipos de redes no universo de TI. Por isso, quem está entrando na área precisa se tornar especialista para projetar, instalar, configurar e acompanhar o funcionamento dos equipamentos.

Além disso, é preciso desenvolver estratégias para aplicar métodos inovadores, capazes de acrescentar à rede a possibilidade de caminhar rumo às tendências de mercado. Do contrário, os projetos podem ficar ultrapassados com o passar do tempo.

Também é necessário ter espírito de iniciativa para identificar e solucionar os problemas ocasionados nas instalações. Com essas habilidades aliadas à eficiência na comunicação e na segurança, você já terá o principal para se tornar um profissional com futuro promissor.

Mas é sempre bom ficar atento ao desenvolvimento de outras competências, como:

  • Acompanhar as novas tecnologias;
  • Capacidade contínua de aprender e acompanhar as mudanças;
  • Capacidade de trabalhar em equipe (um colega sempre pode auxiliar nos testes de redes, entre outros);
  • Elaborar projetos antes de iniciar qualquer trabalho, principalmente nos que envolvem conectividade entre sistemas distintos;
  • Dominar os sistemas operacionais de rede e aplicativos;
  • Propor soluções de estruturas físicas, com condições para Intranets e redes conectadas à Internet.

4. Por que se especializar e quais áreas escolher

Vamos relembrar essa tão falada importância de especialização na vida de todo profissional que deseja sucesso, crescimento e independência financeira? Caso esse seja o seu foco, não fique parado, jamais! É a capacidade de se reinventar, buscar novos horizontes e superar dificuldades que revoluciona a vida de um profissional.

Em geral, a graduação em Redes de Computadores garante oportunidades no mercado de trabalho com salário inicial em torno de R$2 mil. Mas, dependendo da qualificação complementar que você escolher, será possível dobrar o seu ganho inicial para cerca de R$4 mil.

Você ainda precisa de mais motivos para se convencer da importância da especialização? Então, vamos lá! Um conhecimento mais profundo em determinado assunto sempre está ligado a funções de liderança e cargos de gestão, além de muito prestígio e reconhecimento profissional. Está bom para começar, não é?

Lembre-se do que já vimos nas primeiras linhas e não se canse de subir degraus na carreira! Que tal algumas dicas de grandes promessas em TI?

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4.1 Certificação de TI

Uma alternativa certeira na área de redes é obter certificações de TI de fabricantes de software renomados. Aproveite para intensificar as pesquisas sobre alguns nomes de referência na área:

  • The Open Group Architecture Framework (TOGAF): uma referência de arquitetura corporativa;
  • Certificações Oracle: qualifica para Database ou Banco de Dados;
  • Certificação Microsoft: há várias certificações disponíveis para dominar seus mais diversos produtos.
  • International Business Machine (IBM): também outra gigante. Por meio dela, é possível adquirir demais certificações em conceitos distintos.
  • Certificações EMC: uma das líderes em soluções de TI, com possibilidades diversas de certificações.

4.2 Língua estrangeira

Outra sugestão é não perder o foco nos negócios. Se for possível, aprenda uma língua estrangeira, de preferência o inglês. Habilidades de leitura e conversação nesse idioma podem contribuir bastante para ser bem-sucedido na área de Redes de Computadores.

Além de muitas informações em manuais, livros e artigos técnicos na língua inglesa, o mercado se mantém aquecido também fora do país, sendo registrados aumento na procura por esses profissionais.

Então, se você tem essa qualificação, estará apto para enfrentar o mercado mundo afora. Se for o seu sonho, pode começar a planejar o sucesso internacional da sua carreira desde já!

5. Como escolher a melhor faculdade para estudar Redes de Computadores

Você sabia que há pelo menos duas décadas a sociedade brasileira ainda caminhava rumo à informatização de poucos setores empresariais? Pois é, em um tempo relativamente curto essa tecnologia comercial ganhou grandes proporções, e a formação de profissionais capacitados não acompanhou a demanda.

Muitos cursos de Redes de Computadores surgiram desde então e a ampla gama de opções pode deixar você mais inseguro para escolher qual instituição cursar. No entanto, a transparência nos critérios avaliativos das graduações tem garantido mais tranquilidade ao candidato.

Afinal, por meio do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que avalia todos os cursos de graduação do país, é possível começar as pesquisas para uma boa escolha.

Outra forma de buscar uma boa instituição para se tornar um especialista em redes é conhecer o projeto pedagógico das unidades, assim como a estrutura disponível para o curso. Muitas instituições públicas e privadas têm se preocupado em oferecer um campus com oportunidades de simuladores da prática e resolução de problemas.

5.1 Estrutura para aulas práticas

Um parque tecnológico de excelência oferece a oportunidade de aprender de maneira mais satisfatória, vivenciando a rotina como um profissional. Antes de tudo, esse projeto tecnológico necessita de planejamento: deve ser capaz de dar suporte aos alunos no que diz respeito à estrutura física, o cabeamento e a conectividade.

O aluno também precisa ser estimulado a desenvolver projetos com possibilidades de simulações digitais, por exemplo. Isso quer dizer que um curso de graduação deve estar equipado adequadamente para permitir que os alunos testem seus conhecimentos na prática. Só depois disso o trabalho poderá ganhar dimensões reais.

5.2 Trabalho em equipe

A troca de experiências entre colegas também é um aspecto positivo a ser explorado pelas IES. E, quando se quer de fato escolher uma faculdade que faça diferença na sua vida profissional, todo sacrifício vale a pena, não é mesmo? Então, tire um tempo e agende uma visita pelas faculdades de seu interesse.

O dia a dia das aulas, o posicionamento do professor com as pesquisas e a mobilização dos alunos para trabalhos em grupo também devem ser observados.

Por mais que os estudantes estejam no mesmo nível de aprendizagem, você poderá conferir que as formas de observação são diferentes e permitem variadas conclusões sobre um mesmo assunto. Invista nessa etapa e irá se surpreender!

Depois dessa leitura minuciosa, você certamente já descobriu se o curso de Redes de Computadores tem a ver com você, não é mesmo? Se você achou esse perfil a sua cara, uma coisa é certa: obter retorno financeiro em serviços prestados com qualidade será questão de pouco tempo!

Se você ainda precisa de mais informações, baixe o nosso ebook e confira outras dicas para se tornar um tecnólogo de Redes de Computadores de sucesso! Boas pesquisas!

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Redes de Computadores

Felipe Soares de Oliveira

Felipe Soares de Oliveira

Possui graduação em Ciências da Computação pelo Centro Universitário de João Pessoa (2007), em Tecnologia em Redes de Computadores pelo IFPB (2008), mestrado em Informática, pelo Programa de Pós-Graduação em Informática (PPGI) da UFPB (2010). Desde 2014 é aluno de doutorado do Centro de Informática da UFPE. Atua no UNIPE como professor, instrutor do programa Cisco Net Academy e coordenador dos Cursos Tecnológicos da UBTech-TI. No mercado direciona suas ações como CEO & Co-Founder da Start-UP Media4ALL. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Redes de Computadores e Internet, atuando principalmente nos seguintes temas: Arquitetura de Redes, Sistemas Distribuídos, Tecnologias para Educação, TV Digital e Internet.