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Tudo sobre a faculdade de Fisioterapia

Algumas perguntas podem te ajudar a saber se a faculdade de Fisioterapia é mesmo para você: já se imaginou atuando na reabilitação de uma pessoa que sofreu um acidente? E acompanhando o seu progresso diário até que ela finalmente consiga se levantar da cadeira sozinha e voltar a andar?

Ou então: gostaria de ajudar uma criança com paralisia cerebral a ampliar a possibilidade de movimentos para que ela possa se tornar mais independente? Se você se imagina compartilhando com o paciente a emoção de recomeçar ou curte apoiar e acompanhar de perto a evolução de uma pessoa que teve a sua capacidade física ou funcional abalada, a Fisioterapia pode ser a sua praia!

A seguir, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre esse curso e as possibilidades de trabalho e de remuneração! Acompanhe:

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O que um fisioterapeuta faz?

Assim como o acidentado ou a criança com paralisia cerebral, qualquer tipo de lesão sofrida por qualquer tipo de pessoa está no foco de trabalho de um fisioterapeuta.

A atuação desse profissional também é necessária quando o paciente possui alguma má-formação, vício de postura ou distúrbio neurológico, cardíaco ou respiratório. Em outras palavras, a atuação de um fisioterapeuta é indispensável para resolver qualquer caso que envolva dor causada por lesões musculares.

A Fisioterapia cresceu muito nos últimos anos e tem virado tendência. Até pouco tempo atrás, a profissão ainda era encarada como uma limitada forma de massagem. Porém, hoje já se firmou como a principal aliada do tratamento, recuperação e prevenção de doenças e lesões de um paciente.

O trabalho do fisioterapeuta serve como um complemento ao trabalho do médico, que nem sempre é suficiente para curar de forma total, plena e definitiva.

Para fazer isso, o fisioterapeuta aplica tratamentos específicos para recuperar e regenerar a parte do corpo que está deficiente ou com o movimento prejudicado. As doses são repetidas a intervalos semanais regulares, até que o corpo comece a reagir naturalmente, reconheça sua antiga função e volte a desempenhá-la como deveria.

Como é o curso de Fisioterapia?

A faculdade de Fisioterapia vai ensiná-lo a conhecer os detalhes e os comportamentos do corpo humano e sua incrível capacidade de se regenerar, quando estimulado de maneira adequada.

Você vai aprender a identificar e a trabalhar as lesões de cada pessoa e aplicar o tratamento mais indicado para a busca de uma recuperação natural e eficaz do corpo. E também dos movimentos que se encontram deficientes, antecipando o trabalho que terá como profissional após a formatura.

Depois de realizar um diagnóstico fisioterapêutico — com base em exames e laudos médicos — e avaliar cada caso, observando os movimentos do paciente e identificando os pontos exatos da dor, ele poderá se concentrar no tratamento.

O tratamento mais correto pode variar conforme cada situação: pode envolver massagens, ginástica, exercícios de restauração e funcionalidade, ações à base de água, calor, frio e aparelhos específicos.

O que se estuda nas aulas?

Como o corpo e o movimento são o principal campo de trabalho de um fisioterapeuta, a faculdade está recheada de matérias que estudam o ser humano de uma maneira geral e completa. Afinal, o fisioterapeuta é considerado um grande especialista no corpo humano e sua capacidade de se regenerar e de se reeducar.

Portanto, tudo que esteja relacionado a isso tem destaque nos currículos das graduações de Fisioterapia: biologia, anatomia, fisiologia, bioquímica, patologia, farmacologia, cinesiologia, histologia e embriologia constituem, por exemplo, a base do currículo do curso.

Ele é formado, ainda, por dezenas de aulas práticas, necessárias para o aprendizado de todos os recursos e modalidades terapêuticas e técnicas de tratamento existentes. São procedimentos que aumentam a possibilidade de recuperação, regeneração e prevenção do músculo e das articulações do corpo.

É o caso, por exemplo, da termoterapia (aplicação de calor ou frio), da massoterapia (realização de massagens) e da eletroterapia (uso de correntes elétricas).

Além delas, há ainda a mecanoterapia (aplicação de forças externas mecânicas no exercício para desenvolver, restaurar e promover a força muscular, a mobilidade articular, a flexibilidade e a coordenação). Essas não são as únicas terapias possíveis. Além delas, diversas outras são ensinadas e praticadas durante os anos de faculdade.

De que maneira o curso prepara o profissional para o mercado de trabalho?

Aliás, o curso de Fisioterapia mescla aulas teóricas e práticas, para que o aluno possa praticar tudo o que aprende nos livros e que vai utilizar depois de formado. A graduação, por assim dizer, é um grande laboratório de tudo que o aluno vai precisar quando terminar a faculdade e começar a se inserir no mercado de trabalho.

Além das aulas práticas que envolvem os tratamentos e técnicas manuais que mencionamos acima, você também vai aprender a ler, interpretar e avaliar imagens de radiologia, ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética, e outros exames fornecidos pelo médico.

Essas atividades exigem uma grande capacidade de discernimento por parte do fisioterapeuta, já que ele deve identificar qual é o problema exato do paciente e, assim, conseguir indicar a melhor técnica para a recuperação e para a prevenção daquele caso específico.

Hoje, a profissão de fisioterapeuta é regulamentada no Brasil. Além do diploma de bacharel, o profissional deve obter um registro no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO) para poder receber a autorização e começar a atuar na área.

O que é preciso para se formar?

O fisioterapeuta precisa gostar muito de lidar com pessoas, já que o contato humano é o fundamento principal da sua profissão. Você até poderá limitar o seu tipo de público-alvo preferencial (se crianças, adultos, idosos ou atletas, por exemplo) dependendo da especialidade que escolher para atuar, mas jamais poderá escapar desse contato humano. Tenha certeza disso!

Você também precisa ter facilidade e sensibilidade para identificar os distúrbios do movimento dos pacientes e indicar o tratamento adequado para recuperação, reabilitação e prevenção daquele problema. Isso tudo requer muita paciência e perseverança, já que, na maioria das vezes, os resultados não são rápidos e o paciente pode ficar afoito ou desanimado.

Para lidar com esse tipo de problema, você também deverá estar preparado para não se deixar levar pela ansiedade e saber lidar com as expectativas do enfermo.

Com o passar do tempo, todo fisioterapeuta acaba aprendendo a motivá-los e ajudá-los a se livrarem dos sentimentos de frustração e desânimo que costumam surgir em tratamentos mais lentos. Esses tratamentos morosos, aliás, são bem comuns na rotina da Fisioterapia.

Quanto tempo dura o curso e qual é a obrigatoriedade para estágios?

O curso tem duração de 5 anos e, no último deles, o estágio curricular ou supervisionado é obrigatório por lei no país inteiro. Ao longo desse estágio, o aluno fará os primeiros atendimentos práticos com o próprio paciente, indo além dos livros e das aulas práticas ministradas na faculdade.

O estágio costuma ser realizado nas clínicas de ensino existentes dentro das próprias faculdades sob orientação dos professores. Ou em consultórios e clínicas particulares de hospitais que mantêm convênio com alguma instituição de ensino.

O fato é que o aluno nunca estará sozinho. Embora deva atuar com iniciativa e tornar-se independente, ele sempre terá o apoio e a supervisão de um professor. Este fica o tempo todo ao seu lado, orientando-o e ajudando a esclarecer as principais dúvidas que surgem com a prática.

Essa é uma forma de garantir uma boa preparação do aluno que está prestes a ganhar o mercado e dar fim à insegurança que ele provavelmente vai sentir com a proximidade do fim do curso de graduação.

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Como se dar bem na faculdade de Fisioterapia?

Assim que começar o curso, você vai logo perceber: para todo o conteúdo teórico ensinado, vai haver uma aula prática logo na sequência. Então, é importante se dedicar bastante aos conceitos, elementos, princípios e técnicas aprendidos na hora da aula expositiva para poder praticar com mais facilidade e segurança quando for efetivamente colocar a mão na massa.

Isso também ajuda a desenvolver o autoconhecimento e decidir com que tipo de área você mais se identifica e apresenta maior sensibilidade para atuar, o que permite começar a direcionar sua carreira desde os primeiros passos na faculdade.

Como desenvolver habilidades necessárias para ser um bom fisioterapeuta?

Além de motivar o paciente e se colocar ao seu lado em cada pequena vitória alcançada durante a recuperação, o fisioterapeuta deve, ainda, deixar sempre o lado humano falar mais alto.

Afinal de contas, um paciente é muito mais que uma simples dor nas costas, por exemplo. O profissional precisa enxergá-lo dentro do seu contexto familiar, pessoal e afetivo e oferecer sempre um atendimento humanizado dentro desses parâmetros.

Como já dissemos, a Fisioterapia demanda muita perseverança para lidar com a lenta recuperação da maior parte dos pacientes. Cabe ao profissional motivá-los diariamente e ser compreensivo nos momentos em que estiverem prestes a se render à frustração e outros sentimentos negativos.

Além disso, um bom fisioterapeuta precisa ter boa habilidade manual, tarefa que pode ser aprimorada durante a faculdade. Apesar de a carreira exigir o uso de diversos aparelhos e equipamentos, as mãos do profissional serão sempre o maior segredo de qualquer sessão de Fisioterapia.

Porque se especializar e quais áreas de atuação escolher?

A especialização é necessária para que você consiga se destacar no mercado e direcionar ainda mais a sua área de atuação e o trabalho que vai oferecer aos seus pacientes. Depois de formado, poderá focar o seu trabalho em diversas áreas de atuação e trabalhar em diferentes ambientes. Os mais tradicionais são:

1. Cardiologia e pneumologia

Envolve os cuidados com os pacientes durante o período pré e pós-operatório. Para isso, é necessária a prevenção, tratamento e reabilitação das doenças respiratórias e cardíacas que podem surgir. Elas devem ser amenizadas por meio de exercícios ligados aos aparelhos respiratório e circulatório.

2. Neurológica

Auxilia na reabilitação de pessoas que sofreram derrame cerebral, traumatismo craniano ou de coluna e paralisia. Ou, ainda, de pacientes portadores de patologias e síndromes típicas da infância, como a paralisia cerebral e a síndrome de Down, por exemplo.

3. Traumato-ortopédica

Ajuda na redução das dores e recuperação dos movimentos de pessoas que sofreram fraturas, traumas, luxações e lesões na coluna vertebral e nas articulações, o que pode causar paralisia ou dificuldades de locomoção.

4. Respiratória

Oferece tratamento para os males e doenças que comprometem o sistema respiratório humano, como a asma, a bronquite, a insuficiência respiratória e a tuberculose, por exemplo.

5. Terapia intensiva

Trabalha a reabilitação respiratória, neurológica e do aparelho musculoesquelético de pacientes críticos que estão internados em UTIs.

6. Da saúde preventiva

Atua para melhorar a saúde das pessoas, antes ainda de elas desenvolverem qualquer enfermidade. A Fisioterapia da Saúde Preventiva é feita por meio de exercícios para alongamento, correção da postura e relaxamento dos músculos como forma de prevenir lesões, diminuir a tensão muscular e amenizar os sintomas de doenças articulares.

7. Grupos especiais

Envolve cuidados com pacientes específicos que possuem limitações naturais de movimento, como é o caso de idosos e portadores de deficiência física.

8. Reeducação Postural Global (RPG)

Dá ênfase ao realinhamento e ao ajuste da postura do paciente e dos desequilíbrios da musculatura e desarmonias do corpo humano, promovendo o alívio dos músculos e articulações por meio de alongamentos estáticos e liberando o corpo das tensões acumuladas pelos problemas emocionais.

9. Indústria de equipamentos

Tem foco na pesquisa e no desenvolvimento de novos equipamentos e aparelhos para uso nas diferentes áreas de terapias clínicas.

Além disso, a profissão está em constante crescimento e, de acordo com as necessidades da população, há outras áreas relativamente novas que acabam sendo apontadas como promissoras. As principais são:

10. Dermatofuncional

Envolve cuidados com pacientes que foram expostos a uma cirurgia plástica ou cirurgia geral muito recentemente e precisam de acompanhamento para as dores e desconfortos que decorrem dessas intervenções.

Na terapia dermatofuncional costumam ser prescritas aplicações de raios infravermelhos, ultravioleta e laser, que aceleram a cicatrização dos cortes cirúrgicos e que também podem servir para a realização de tratamentos estéticos.

11. Desportiva

Envolve cuidados com atletas e outros praticantes de atividades esportivas que precisam se reabilitar de lesões musculares e prevenir-se de possíveis novas contusões. O fisioterapeuta especialista nessa área pode realizar avaliações funcionais periódicas e atuar também durante as competições, oferecendo acompanhamento a equipes esportivas inteiras.

12. Do trabalho

Envolve cuidados com pacientes que apresentam doenças e distúrbios relacionados ao trabalho, como as lesões causadas por esforço repetitivo (LER). Também realiza um trabalho preventivo, orientando as pessoas a manter a saúde no ambiente de trabalho e elaborando programas de ginástica laboral.

13. Oncológica

Busca a prevenção e reabilitação dos distúrbios, sequelas e efeitos causados no paciente pelo câncer ou pelo tratamento utilizado para a cura dessa doença, seja ele cirúrgico, radioterápico ou quimioterápico.

14. Da saúde da mulher

Atua na recuperação e reabilitação de doenças e distúrbios que acometem exclusivamente o público feminino, especialmente gestantes e mulheres que acabaram de dar à luz.

Como escolher a melhor faculdade para estudar Fisioterapia?

Para escolher uma boa faculdade de Fisioterapia, você precisa ficar de olho no currículo oferecido por ela. Pesquise bastante e leve em conta, principalmente, a relação entre teoria e prática oferecida pelas instituições.

Como você passará os 5 anos de curso se tornando um grande especialista no corpo humano e na sua reabilitação, é importante escolher uma universidade que preze pela prática efetiva dos alunos.

Afinal, você precisará estar bem familiarizado com as diferentes técnicas e terapias manuais antes de ingressar oficialmente no mercado de trabalho. É importante, por exemplo, que a universidade incentive e promova a realização de práticas assistidas, projetos de extensão, visitas técnicas e estágios supervisionados, além de manter uma clínica-escola com boa estrutura e livre acesso dos estudantes.

Pesquise também a respeito da formação dos professores titulares do curso. É interessante não apenas que eles tenham mestrado e doutorado na área de ensino, mas também que estejam inseridos no mercado de trabalho.

Isso se torna um grande diferencial para o aluno, a partir do momento em que ele passa a ter contato direto com a realidade da profissão e com conteúdos atualizados e situações reais de doenças e tendências da carreira.

Como é o mercado de trabalho?

Ao mesmo tempo que o mercado de trabalho para fisioterapeutas é amplo e diversificado devido às diferentes áreas de atuação que a profissão oferece, há também uma grande concorrência no setor devido, especialmente, à concentração de profissionais nos grandes centros urbanos.

As cidades do interior, de pequeno ou médio porte, ao contrário, costumam ter a demanda maior que a oferta, já que estão situadas relativamente longe dos conglomerados e ainda não contam com um grande número de fisioterapeutas exercendo a profissão.

Isso significa que essas cidades pequenas precisam absorver os novos profissionais que saem das universidades das capitais. As vagas no interior costumam ser, também, grandes oportunidades de trabalho. Para quem ainda não tem experiência e vários pacientes, essa pode ser uma ótima oportunidade para se firmar no mercado.

Além disso, o aumento da expectativa de vida do brasileiro e o consequente envelhecimento da população têm se convertido em boas perspectivas de trabalho para o fisioterapeuta nos anos que se aproximam.

Toda essa população em atividade exigirá uma demanda maior de profissionais para os casos de reabilitação de movimentos e alívio de dores crônicas que, em consequência, também se multiplicarão no futuro.

O fisioterapeuta pode, ainda, procurar trabalho em diversos outros setores e ambientes.

Hospitais, clínicas particulares, empresas privadas de qualquer ramo, academias de ginástica, clubes de futebol, equipes esportivas, escolas, universidades, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), secretarias de saúde pelo Brasil e empreendimentos de pesquisa científica são só alguns exemplos.

Ele pode, ainda, trabalhar de forma autônoma e prestar atendimento aos pacientes em domicílio, sem a necessidade de centralizar o seu trabalho em uma clínica.

Quanto ganha um fisioterapeuta?

A remuneração de um profissional de Fisioterapia pode variar bastante de acordo com a especialidade que ele escolheu e com o local do país onde ele atua (já que o piso salarial varia de estado para estado).

A média salarial da profissão gira em torno de R$ 1.500, mas esse valor pode crescer conforme os procedimentos realizados no paciente. O Brasil tem, hoje, uma tabela única de referência para pagamento mínimo de honorários fisioterapêuticos conforme o tipo de procedimento realizado, o que norteia inclusive quem vai atuar como autônomo.

No geral, a remuneração mensal não costuma ser muito baixa, principalmente porque os fisioterapeutas já encontraram outras maneiras de fazer seus lucros aumentarem.

Uma das alternativas mais comuns é o trabalho de meio período em clínicas particulares ou empresas privadas, que, apesar de pagar valores menores, oferece a garantia de um salário fixo no fim do mês.

Os profissionais que optam por esse tipo de trabalho costumam revezá-lo com a atuação autônoma durante a outra parte do dia, o que permite aumentar o ganho conforme a demanda e a disposição do profissional a atuar por várias horas seguidas.

Como vimos, o fisioterapeuta é uma grande especialista no corpo humano e na sua capacidade de se regenerar e readaptar. Porém, não está limitado a isso. Devido ao contato bastante próximo com as pessoas, ele se vê obrigado também a lidar diretamente com a fé e a força de vontade do ser humano.

Portanto, é imprescindível que o fisioterapeuta seja sociável, empático e compreensível com as pessoas e as reações extremas que elas podem vir a ter em sua companhia. Afinal, ele lida com algo que, muitas vezes, as coloca em situações de impulsividade e tensão: a dor. Mais do que ter o conhecimento técnico, a profissão exige também muito preparo psicológico para ser exercida.

Se você gosta de lidar com pessoas, curte estudar, conhecer e desvendar os mistérios do corpo humano e sente-se profundamente tocado ao se imaginar ajudando as pessoas a recuperar o movimento das pernas, dos braços ou das mãos, por exemplo, essa profissão pode ser a escolha certa para a sua carreira!

Agora que você sabe tudo sobre a faculdade de Fisioterapia, que tal curtir a nossa página do Facebook para descobrir outras dicas e curiosidades sobre as mais diversas profissões?

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Fisioterapia

Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia Pereira Medeiros da Fonseca é reitora do Centro Universitário de João Pessoa - Unipê. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Maryland-EUA, exerceu cargo de Chefe de Arquitetura de Informação (Chief Information Architect) e Gerente do Departamento de Gestão da Informação do Banco Mundial. Possui experiência em negociação e cooperação internacional na área de projetos de informação com agências multilaterais e bilaterais, administrando programas relacionados à análise e ao apoio de projetos científicos e tecnológicos.