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Guia completo: tudo sobre engenharia civil

Escolher uma carreira profissional pode ser uma tarefa bastante complexa. Para quem não tem uma ideia já bem definida, esse costuma ser um período de muitas dúvidas e insegurança.

Portanto, para quem pensa em cursar a área, nada melhor do que saber tudo sobre Engenharia Civil antes de optar por esse curso. Buscar informação e ter uma visão mais ampla pode ajudar bastante para tomar decisão certa!

Se você está passando por esse momento e se identifica com a situação, não deixe de ler o post até o final para aprender muito mais sobre o assunto. Continue acompanhando!

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Qual é a história da profissão?

Desde 1933, o dia 11 de dezembro é comemorado como o Dia do Engenheiro no Brasil. O Decreto de Lei nº 23.569 oficializou e regulamentou a profissão no país que, a partir de então, ganhou muita notoriedade e passou a ser uma das de maior destaque.

Esse tipo de ofício é um dos mais antigos do mundo e foi crescendo à medida que os materiais e as tecnologias evoluíram. No começo da história da humanidade, a construção de assentamentos e tribos constituíram as bases da construção civil.

Não é atoa que as grandes obras da Mesopotâmia, do Egito e da Grécia são conhecidas como referências até os dias de hoje. Elas demonstram como o interesse e a curiosidade do homem pela área da Engenharia já existiam há milhares de anos.

Contudo, somente depois das notórias criações da época do Renascimento é que a profissão começou a ganhar maior importância, inclusive com o lançamento de alguns manuais que traziam técnicas de construção.

Mas o que impulsionou verdadeiramente a Engenharia Civil no mundo foi a Revolução Industrial, que levou as pessoas da zona rural para as cidades — que precisaram, então, desenvolver sua infraestrutura como um todo, incluindo habitação, comércio, indústria e transporte.

Como é o curso de Engenharia Civil?

Antes de querer ser um engenheiro civil, é importante compreender como é o curso superior, quais são as suas principais funções ou como anda o mercado de trabalho. Às vezes, esse é um passo que faz toda diferença para o estudante não acabar se decepcionando e desistindo do curso antes da sua conclusão.

Normalmente, um curso de bacharelado em Engenharia Civil tem a duração de 5 anos, divididos em 10 semestres letivos. Ele é oferecido por diversas instituições de ensino no país, e o aluno pode escolher pela modalidade presencial ou pelo ensino à distância.

Em geral, as mensalidades ficam entre R$1.000 a R$3.000, dependendo da localidade e da faculdade escolhida. Mas também existe a opção de tentar o curso nas universidades federais ou estaduais.

Por ser uma graduação bastante concorrida, é imprescindível que haja dedicação aos estudos para conseguir ser aprovado no processo seletivo. Com o novo sistema do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), as notas de corte costumam ficar acima de 600 ou 700 pontos devido ao grande número de candidatos por vaga.

Depois de adquirir os conhecimentos básicos e os mais específicos ao longo do curso, o trabalho de conclusão de curso e o estágio supervisionado compõem as exigências para a fechar a graduação.

O objetivo é formar alunos que sejam capazes de desempenhar suas atividades com propriedade, segurança e responsabilidade. Para isso, o curso envolve tanto conceitos teóricos como práticos — e essa é uma ótima notícia, especialmente para quem não gosta de ficar preso à sala de aula.

O que é estudado e como o curso prepara o aluno para o mercado?

Além das indicações de amigos ou outros estudantes, uma boa maneira de conhecer melhor o curso é analisar a sua grade curricular. Dessa forma, é possível saber quais as disciplinas que serão estudadas e preparar-se para o desafio, evitando grandes surpresas.

Embora cada instituição de ensino apresente variações na composição do seu curso de Engenharia Civil, algumas matérias costumam aparecer com maior frequência — até mesmo por conta das determinações do MEC (Ministério da Educação e Cultura).

Nos primeiros períodos, as disciplinas oferecem uma formação básica para o engenheiro, criando um embasamento antes de seguir para as partes mais específicas. Nesse ciclo básico, estão algumas matérias como:

  • Cálculo;
  • Álgebra;
  • Física;
  • Introdução à Engenharia;
  • Probabilidade e Estatística;
  • Desenho Técnico;
  • Química;
  • Administração.

Mais à frente, as disciplinas vão ficando mais aprofundadas. Geralmente, o aluno pode escolher algumas matérias de sua preferência — conhecidas como eletivas. Mas ainda assim existem as obrigatórias, como, por exemplo:

  • Topografia;
  • Hidráulica;
  • Mecânica dos Solos;
  • Resistência de Materiais;
  • Estruturas e Fundações;
  • Sistemas de Transportes etc.

Ao fim do curso, o aluno deve entender de todos esses assuntos e estar preparado para desenvolver atividades como projetos de grande ou pequeno porte, dar consultoria, supervisionar obras de terceiros ou fazer perícias.

É importante frisar que uma boa faculdade deve se preocupar em proporcionar a formação mais completa possível para os alunos. Apesar de já apresentar uma carga horária exigente, é interessante ao menos orientá-los quanto à relevância de outras atividades para conseguir maior destaque no mercado profissional.

Ter uma empresa júnior, firmar parcerias de estágios ou oferecer palestras sobre carreira ou temas que são objeto de estudo em cada curso, por exemplo, são atitudes que ajudam a criar um ambiente motivador para o estudante.

Como se dar bem em um curso de Engenharia Civil?

Como todo processo de formação e capacitação profissional, o curso de Engenharia Civil requer comprometimento e dedicação. O aluno deve estar consciente disso, já que sua carreira envolve enorme responsabilidade. Nesse sentido, a identificação com as áreas estudadas pode ser uma grande aliada, tornando os estudos ao menos mais prazerosos, mesmo que, muitas vezes, sejam bastante cansativos.

Então, para se dar bem no curso, é fundamental absorver todo o conteúdo e procurar botá-lo em prática o quanto antes. Por isso, os estágios são ótimos meios de entender melhor o mercado, adquirir experiência e já começar a se destacar frente aos concorrentes em futuras vagas.

Alguns estudantes, por exemplo, optam por variar os tipos de estágio para conseguir experiência em ramos diferentes. Além de diversificar o seu conhecimento, essa é uma atitude que ainda ajuda a decidir uma área de maior empatia.

Da mesma maneira, empenhar-se na elaboração de um bom projeto de conclusão de curso pode ser um fator diferencial, sobretudo para aqueles que têm a intenção de fazer um mestrado depois da graduação.

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Quais são as habilidades necessárias para ser um bom engenheiro civil?

É comum que, depois de formado, cada aluno siga caminhos de acordo com suas áreas de maior interesse. Então, cada posição de trabalho pode requerer habilidades distintas, conforme o cargo ocupado. Contudo, entre suas principais atividades estão:

  • Analisar projetos e relatórios;
  • Emitir laudos técnicos;
  • Elaborar projetos considerando fatores como custos, riscos ambientais, materiais a serem utilizados, entre outros;
  • Desenvolver planejamentos e cronogramas de obras para garantir que o padrão de qualidade e os prazos sejam cumpridos;
  • Verificar regulamentos, de forma a deixar os projetos sempre de acordo com a legislação vigente;
  • Dominar ferramentas tecnológicas da área, utilizando-as a favor da viabilização dos projetos;
  • Supervisionar obras e construções, apontando riscos e novas orientações para maior segurança.

Além dessas habilidades específicas da área, outras competências são essenciais para o profissional no seu dia a dia:

  • Facilidade em lidar com diferentes pessoas em trabalhos de equipe, seja como parte dela ou como líder;
  • Disposição para solucionar problemas complexos, que exigem esforço e concentração;
  • Capacidade de tomar decisões importantes, sempre pensando na segurança e no bem-estar da sociedade e do meio ambiente;
  • Criatividade para oferecer soluções inovadoras e que atendam às necessidades dos clientes e da população;
  • Boa comunicação para garantir que os propósitos do projeto sejam passados para a equipe de execução, conseguindo o apoio de todos;
  • Responsabilidade e ética para não sobrepor interesses pessoais aos profissionais e buscar sempre o melhor para todos.

Como exercer a carreira legalmente?

Independentemente da vertente escolhida, é importante saber que um engenheiro civil deve ser registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) para poder desempenhar suas atividades de acordo com a lei.

O Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia) é quem regula e fiscaliza a profissão no território brasileiro. Então, depois de formado, o engenheiro deve procurar o CREA no seu estado para conseguir o seu número de registro profissional.

Não há a exigência de uma prova, como acontece com os advogados para conquistar a carteira da OAB (Ordem Brasileira dos Advogados). Mas, geralmente, são pedidos documentos pessoais, cópia do diploma reconhecido pelo MEC, histórico escolar, título de eleitor, quitação dos serviços eleitorais e militares etc.

Além da taxa de emissão da carteira, o engenheiro civil deve contribuir com uma anuidade que gira em torno de R$500 para pessoa física. Caso o pagamento não seja cumprido, o exercício da profissão ilegal fica vulnerável a aplicação de multas que podem ultrapassar os R$6.000.

Quais carreiras um engenheiro civil pode seguir?

O mercado de trabalho é promissor, embora a construção civil seja uma área que sofra com algumas crises. Por isso, os períodos de economia aquecida são os melhores para conseguir boas oportunidades.

De qualquer forma, a empregabilidade do setor não é ruim, sobretudo porque todo projeto precisa de um profissional responsável. Então, tanto o setor público como o privado empregam muita mão de obra qualificada para a construção e manutenção de prédios, estradas, pontes, entre outros.

Além dos escritórios de Engenharia Civil, outra área que costuma reter bastante esse tipo de profissional é a financeira. Devido à facilidade em lidar com as ciências exatas, sobretudo com cálculos, bancos e outras empresas do ramo têm muito interesse nos engenheiros.

Há ainda a possibilidade de dedicar-se à carreira acadêmica, fazendo parte do corpo docente de uma instituição de ensino superior. Para tanto, é recomendável procurar cursos de mestrado e doutorado que possam tornar o profissional da engenharia mais preparado para esse tipo de cargo.

Quais são as áreas de especialização?

Depois de escolher um ramo da engenharia de maior interesse, o ideal é procurar uma especialização que possa contribuir para a sua capacitação. Então, veja a seguir algumas das principais áreas de atuação do Engenheiro Civil:

Construção Civil

É um dos setores mais tradicionais, no qual o engenheiro trabalha projetando e supervisionando obras. O aprofundamento é importante para atualizar-se quanto às técnicas, materiais e estratégias de gestão. É recomendável para todo aquele que atua com construções urbanas como edifícios, estádios, shoppings etc.

Estruturas e Fundações

É um tipo de profissional de fundamental importância para evitar desastres e acidentes. Deve saber calcular as estruturas de acordo com os materiais utilizados (como aço, madeira ou concreto), de forma que a fundação fique perfeita para sustentar a obra projetada.

Geotécnica

Estuda a superfície terrestre e suas características, como o solo e as rochas. É ideal para construções em locais que exigem uma análise maior da capacidade de erguer obras sobre esses tipos de estruturas.

Hidráulica

É indicada para os profissionais que desejam trabalhar em obras como barragens, portos, reservatórios, sistemas de irrigação, abastecimento urbano, entre outras. É uma das áreas mais relevantes atualmente, por conta da necessidade de melhorar o aproveitamento dos recursos hídricos e assegurar a proteção ambiental.

Infraestrutura

O engenheiro de infraestrutura tem que se preparar para oferecer as melhores soluções para a organização da sociedade em um ambiente. Por exemplo: faz parte de suas atribuições projetar estradas, viadutos, metrôs, portos, aeroportos, ferrovias — ou seja, lidar com a logística, buscando sempre otimizá-la.

Saneamento

Esse profissional cumpre um papel de grande importância para uma comunidade, desenvolvendo projetos e obras que possam melhorar o saneamento básico e geral. O trabalho envolve preocupações como o abastecimento de água, eliminação de resíduos, gerenciamento do lixo urbano, promoção da saúde pública e da preservação ambiental.

Segurança do Trabalho

É um setor em expansão, já que a lei tem exigido cada vez mais das indústrias a responsabilidade de preservar a saúde física e mental dos trabalhadores. Logo, os engenheiros com essa formação podem ser muito requisitados para atuar na eliminação de riscos e prevenção de acidentes no ambiente de trabalho.

Sustentabilidade

É uma área que tem gerado muitas oportunidades para os engenheiros com essa especialização. Inclusive, há profissionais e escritórios renomados em fazer projetos sustentáveis, levando sempre em consideração uma maior consciência ambiental.

Para isso, é preciso aprofundar os conhecimentos nas legislações sobre o tema e outros assuntos, como eficiência energética, gestão de resíduos, projeção de áreas verdes, entre outros.

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Como está o mercado e onde estão as oportunidades de emprego?

Há muitos anos, a engenharia é considerada uma carreira promissora, sendo uma ótima opção para aqueles que lidam bem com as ciências exatas. Entretanto, atualmente as alternativas se multiplicaram tanto quanto a quantidade de profissionais já formados na área.

Logo, é natural que os estudantes tenham mais dúvidas na hora de escolher um curso superior. A própria Engenharia hoje tem muitas subdivisões, e analisar o mercado de trabalho já se tornou um parâmetro fundamental para ajudar na decisão.

Segundo uma pesquisa salarial da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), que teve como base o segundo semestre de 2016, o valor médio para um Engenheiro Civil no Brasil é de R$7.393. Mas é claro que, no início da carreira, os valores costumam ser mais baixos e ficam próximos de R$3.000.

A maior absorção desses profissionais normalmente fica nos grandes centros urbanos brasileiros, que contam com mais oportunidades e salários maiores. Contudo, há de se considerar que o custo de vida também é mais alto.

Ainda de acordo com os dados apurados na pesquisa, o estado do Rio de Janeiro é o que apresenta melhor remuneração. A área foi bastante valorizada nos últimos anos e teve grande alta com os eventos esportivos mais recentes, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

Assim, fica claro que a Engenharia Civil está intimamente ligada à economia do país. Em momentos de desaceleração, é uma das áreas que mais sofre com as atividades reduzidas. Em contrapartida, quando a economia é aquecida, as oportunidades no setor público e privado crescem substancialmente.

Uma situação bastante comum tem sido a volta de muitos engenheiros para as cidades do interior. A busca por maior qualidade de vida contribui para essa mudança, em que eles procuram suprir as demandas de projetos de reestruturação e manutenção das cidades mais afastadas das metrópoles.

Outra oportunidade nos tempos de crise é empreender. Ainda que muitas empresas tenham dispensado seus funcionários e não possam contratar tão cedo, um engenheiro civil pode oferecer seus serviços, por um preço mais viável, como autônomo.

O que é preciso para ter sucesso na Engenharia?

É natural que os estudantes queiram alcançar uma posição profissional de destaque. Essa vontade é normalmente motivada por razões como: garantir sua satisfação pessoal, ser reconhecido por sua competência, receber uma boa remuneração salarial, poder desfrutar de conforto e qualidade de vida, entre outras.

Contudo, sabemos que é difícil ditar uma receita de como obter sucesso na carreira. Ainda assim, algumas dicas ou passos podem ajudá-los a ficarem mais preparados para os desafios que estão por vir. Confira:

Ter foco e determinação

A dedicação certamente é um fator diferencial para ter uma carreira bem-sucedida, seja qual for a profissão escolhida. Se a pessoa não leva a sério o curso, há o risco de conseguir se formar sendo um profissional raso.

Isso quer dizer que fazer uma faculdade simplesmente para ter um curso superior ou passar nas provas finais não é o bastante. Para ter sucesso, é preciso estudar e esforçar-se, mesmo antes das recompensas chegarem.

Manter-se atualizado

Outra questão essencial é sempre buscar atualizações, novas referências e orientações para desenvolver projetos cada vez melhores. Um profissional não pode ficar parado no tempo, achando que o conhecimento adquirido na graduação será suficiente para o resto de sua vida.

As coisas mudam, surgem novas tendências, os materiais são renovados, as técnicas evoluem. Então, nesse sentido, os cursos de especialização são muito bem-vindos, favorecendo que o profissional esteja apto a oferecer soluções mais inovadoras.

Escolher uma boa instituição de ensino

Fazer uma faculdade é um investimento para toda a vida. E, por mais que no futuro possam surgir outras oportunidades de aprimorar o currículo, é sempre bom pesquisar por instituições que tenham credibilidade.

Assim, tem-se uma maior garantia de que existe uma preocupação com a formação dos alunos e que o investimento vai valer a pena. Na hora de concorrer a uma vaga, por exemplo, ter o diploma de uma faculdade bem-conceituada pode fazer a diferença.

Investir em diferenciais para o currículo

Além de fazer um bom curso, é importante procurar outras atividades que possam somar na capacitação. Mesmo que não sejam obrigatórias, elas ajudam a preparar e formar melhores profissionais e seres humanos. Além disso, melhoram as perspectivas de emprego, já que o mercado de trabalho está cada dia mais competitivo.

Um bom exemplo é investir em um intercâmbio, que pode ser uma boa maneira de abrir portas — principalmente para quem deseja ter oportunidades fora do Brasil. Além do domínio da língua e da experiência vivenciada, um curso no exterior agrega valor ao currículo.

Cursos extracurriculares, workshops e trabalhos voluntários são boas alternativas. Outra recomendação são os cursos de softwares, para conseguir dominar essas ferramentas na hora de calcular estruturas, fazer orçamentos, projetar sistemas, entre outras possibilidades.

Ser comprometido e responsável

Como vimos, participar de um projeto de Engenharia Civil requer muita responsabilidade. Portanto, se o profissional não se preocupa em manter o compromisso com os regulamentos e com a qualidade do seu trabalho, sua reputação pode acabar comprometida.

Ainda mais se o engenheiro optar por um empreendimento próprio, sua imagem será como o seu cartão de visitas para os clientes. E, nessa hora, ter boas avaliações e indicações é crucial para o crescimento e sucesso do negócio. Ou seja, não queira pagar para ver as consequências de um projeto mal feito!

Enfim, deu para perceber que a área é bastante ampla e, consequentemente, cheia de oportunidades, não é mesmo? Então, não se esqueça de que sua dedicação é essencial para poder se diferenciar no mercado de trabalho e conseguir uma carreira de sucesso.

E aí, gostou de saber tudo sobre Engenharia Civil? Para continuar acompanhando as novidades sobre o tema, não deixe de curtir nossa página no Facebook e fique de olho nas próximas publicações!

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Engenharia Civil, carreira

Antônio da Silva Sobrinho Júnior

Antônio da Silva Sobrinho Júnior

Doutor em Engenharia Mecânica pela UFPB, o prof. Antonio Sobrinho é engenheiro civil do quadro efetivo da Universidade Federal da Paraíba, atuando nas áreas de Construção Civil, Fiscalização de Obras, Orçamentos, Projetos, Materiais e Estruturas. Ele fez mestrado em Engenharia Urbana e concluiu sua graduação em Engenharia Civil, também pela UFPB.