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7 dicas de estudo para Enem que você precisa saber

Você deve estar pensando: já li dicas de estudo para Enem milhares de vezes, não aguento mais! São sempre as mesmas coisas: durma cedo, tire tempo para o lazer, não estude às vésperas das provas, misture disciplinas, escolha um local tranquilo para estudar e por aí vai…

Mas e se você ler alguma coisa que nunca leu? Pelo menos uma? Talvez duas ou até três? Não custa tentar. Pense que seu tempo não está perdido e que às vezes é uma ajudinha pode fazer a diferença no resultado final.

Pois bem. Listamos abaixo 7 dicas que podem te ajudar a se dar bem! Esperamos que você leia esse texto até o final e depois diga se alguma sugestão serviu para o seu caso. Vamos a elas!

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1. Estudar de segunda a sábado? Nem pensar!

Muitos especialistas recomendam que os “ENEManíacos” estudem de segunda a sábado. O problema é que sábado é um ótimo dia pra sair, concorda? Aí em vez de estudar, você fica pensando o que poderia ter feito se não estivesse no ano da droga do Enem.

Além disso, vamos combinar que domingo é um dia insuportável, já dizia nosso amigo Garfield. Então, por que não dar uma pausa no que seria o sexto dia ininterrupto de estudos e começar de novo no domingão? A vantagem é que você não precisa ir ao almoço da família, se não estiver com vontade. Afinal, você tem que estudar, não é mesmo, mãe?

2. Um cronômetro será sempre seu melhor amigo

Fazer um simulado por semana, a cada 15 ou 30 dias. Não há receitas prontas, ou seja, a periodicidade das simulações depende do seu ritmo, mas você não pode deixar de ter em mãos um cronômetro. Cronometre praticamente tudo.

Quanto tempo, em média, você demora para fazer uma questão simples de matemática? E uma complexa? Redação é sua praia? Quantos minutos você gasta? E a prova toda, começando pela matéria que mais gosta? E pela que menos gosta? Enfim, trace uma estratégia de autoconhecimento: você e Enem, Enem e você.

Experimente e aí você vai saber exatamente onde a corda aperta e poderá treinar mais aquela determinada questão em que você agarra.

3. A cabeça dói? Pare de ler e ouça a aula!

Sabe quando você está estudando a Segunda Guerra Mundial com mil letras passando diante de seus olhos e aí você sente aquela pontada de dor de cabeça? Dormir não dá, a culpa é muito grande, mas e se você der uma deitada (de olhos abertos) e escutar uma vídeo-aula sobre o mesmo tema? Você deve estar se perguntando: mas e as imagens? Ué, você está com dor de cabeça, não está?

Então, vamos treinar os ouvidos… Se você digitar vídeo-aula sobre a Segunda Guerra Mundial no Google, vai perceber uma infinidade de opções muito divertidas. Tem professor metido a jovem, tem outros bem formais, alguns com um vozeirão e outros que repetem inúmeras vezes as mesmas datas. Além de descansar os olhos, você fixa a matéria trabalhando outro dos cinco sentidos.

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4. Transforme o Enem em um game. E jogue!

Que tal reunir a turma que vai disputar uma vaga no Enem, dividi-la em dois grupos e lançar um desafio? O jogo do Enem funciona da seguinte forma: o professor é o juiz, portanto ele terá poder para avaliar a melhor resposta e, caso nenhum dos lados saiba realmente qual é a resposta, ele deverá explicá-la às duas equipes participantes. Para isso, tenha em mãos questões verdadeiras do Enem e suas respectivas respostas.

Escolha questões que possam fazer parte de um jogo. A equipe vencedora  ganha um lanche pago pela equipe perdedora. Se o professor for bonzinho e vocês competentes, quem sabe ele não faz uma festa e chama vocês no final do ano para comemorar a entrada em uma universidade?

5. Você conhece um infografista? Um o quê?

Pois é… Você sabe o que faz um infografista? Já ouviu falar? Vamos começar pelo início: infográfico é a união das palavras "info" (informação) e "gráfico" (desenho, imagem, representação visual), que remete a um desenho ou imagem que explica ou informa sobre um determinado assunto.

Como o Enem ama gráficos, tabelas e quadrinhos, que tal se você pegar umas dicas com quem produz essa parafernalha? É bem simples: vá a uma redação de um jornal. Diga que é estudante e precisa entrevistar um infografista.

Mostre a ele as questões do Enem que envolvem essas imagens. Pronto: você encontrou a mina de ouro. Agora é com você!

6. Aula dada nem sempre é aula estudada

Vamos supor: você foi a aula e não entendeu absolutamente nada sobre análise combinatória. Calma! Precisa se descabelar? Claro que não. Ao contrário do que muitos dizem, esqueça aquele assunto momentaneamente, passe a semana aprendendo outros itens, descanse a cabeça e respire fundo. Anote em um caderninho “análise combinatória”.

Quando a semana passar, procure o professor da tal matéria. Se ele não puder lhe ensinar, pegue alguma dica. Outra solução é recorrer às aulas de reforço que a maioria dos cursinhos oferece ou contratar um professor particular que fará com você uma verdadeira imersão sobre o tema.

7. A noite é uma criança. E de olhos bem abertos!

Se você é um notívago, use a noite a seu favor e não contra você. Não adianta forçar-se a dormir cedo, sendo que você estará indo contra sua natureza. Algumas pessoas adoram dormir cedo, mas outras não. Portanto, a dica “estude sempre só até 19h” não cabe no seu caso. Sendo assim, a melhor dica é “siga seu ritmo, o ritmo do seu corpo”.

É claro que você não vai passar três dias sem pregar os olhos, parecendo um zumbi. Não é isso. Mas se dê a chance de experimentar estudar à noite e, se preciso for, por que não varar uma madrugada se o objetivo maior é cuidar do seu futuro? E jovem se recupera rápido. Pense nisso.  

E aí? Gostou das nossas dicas de estudo para Enem? Alguma te surpreendeu? Caso queira comentar em nosso post, fique à vontade! O espaço é seu! E boa sorte nas provas!

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Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia Pereira Medeiros da Fonseca é reitora do Centro Universitário de João Pessoa - Unipê. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Maryland-EUA, exerceu cargo de Chefe de Arquitetura de Informação (Chief Information Architect) e Gerente do Departamento de Gestão da Informação do Banco Mundial. Possui experiência em negociação e cooperação internacional na área de projetos de informação com agências multilaterais e bilaterais, administrando programas relacionados à análise e ao apoio de projetos científicos e tecnológicos.

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