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5 novidades da área de Sistemas para Internet

O mundo tecnológico está constantemente mudando, principalmente aquilo que é relacionado à área de Sistemas para Internet e você, uma pessoa curiosa, que quer saber quais são as novidades e tendência para quem trabalha nesse ramo.

O que o aguarda? O que você precisa saber para ser um profissional cada vez melhor? Este post traz 5 novidades da área de Sistemas para Internet para você ficar por dentro das tendências. Boa leitura!

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1. Prototipagem de interface web e mobile

Agora o designer terá muito mais agilidade para planejar a interface de um site ou aplicativo com a nova ferramenta da Adobe, o Experience Design, que por enquanto está disponível gratuitamente para Windows 10 e Mac Os.

O software possui duas funcionalidades principais: design e protótipo. Na parte de protótipo é possível fazer links entre as telas e definir qual tipo de movimento é necessário para navegação. Dessa forma é possível já testar a usabilidade durante o processo de desenvolvimento.

Já a parte de design possui várias ferramentas para facilitar o planejamento da interface. Um exemplo é a repetição de grid, que evita o uso do ctrl+c e ctrl+v, pois o software identifica padrões entre os elementos e repete-os para você.

Se você é criativo e gosta da área de Sistemas para Internet, vai gostar dessa nova ferramenta e vai poder dar vida mais rápido às suas ideias.

2. Site responsivo

Você já deve ter acessado sites pelo celular e encontrado vários que não são otimizados para dispositivos móveis. Muitos utilizam letras e elementos que ficam muito pequenos para o celular, dificultando tocar em algum link ou botão específico. Além disso, uma pesquisa divulgada pelo IBGE mostrou que o celular é usado para navegar na Internet em 80% das casas. Ou seja, é uma oportunidade para oferecer serviços às páginas que não são responsivas.

É preciso, portanto, planejar websites que se adaptam ao tamanho da tela, para que qualquer visitante tenha uma boa experiência com a página. O Sebrae indica algumas alterações que podem ser feitas nos websites para que se tornem responsivos como: alteração do layout, colocar em destaque as principais ferramentas para facilitar o acesso nas telas menores, alterar esquema de cor e imagens e aumentar o espaçamento entre links.

É muito frustrante para o visitante não conseguir acessar as informações que precisa, isso pode fazer com que suas páginas percam acesso. Portanto, quando desenvolver um site, garanta que ele seja responsivo.

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3. Acessibilidade de conteúdo web

Uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2010 divulgou que 23% da população brasileira declara possuir algum tipo de deficiência. Entre as mais declaradas está a deficiência visual.

Quando navegamos nos sites, frequentemente nos deparamos com páginas que fazem uso de cores para representar informação. Isso vai contra a padronização de conteúdo web, pois uma pessoa cega, mesmo usando software de leitura de tela, terá dificuldades em desvendar conteúdos cuja única identificação é sua cor.

Existem diversos outros padrões que um website precisa seguir para ser acessível, como textos descritivos de imagens que agregam informação e ausência de textos descritivos para imagens meramente decorativas. Vídeos que possuem textos descritivos também ajudam os deficientes visuais e auditivos. Já a possibilidade de aumentar tamanho das letras do texto ajuda as pessoas portadoras de baixa visão.

Existem programas automatizados, como o Cynthiasays e Wave que verificam a acessibilidade de um website. Apesar de não serem capazes de analisar todos os padrões, eles darão algumas indicações de itens que precisam ser revistos. Um profissional de Sistemas para Internet precisa se preocupar com acessibilidade e garantir isso em seus produtos.

4. Internet das Coisas

Esse termo significa que objetos do dia a dia estarão conectados à internet, comunicando entre si. Quando falamos de conexão à internet, normalmente estamos pensando em smartphones e computadores. Porém, agora existem muitos outros dispositivos que podem acessar a internet, como smart TVs, videogames, máquina de lavar, lâmpadas, cafeteiras e alarme de incêndio.

O intuito da Internet das Coisas é tornar os objetos mais eficientes. Usando sistemas inteligentes, podem fazer várias coisas para otimizar seu dia. Por exemplo, uma geladeira conectada pode avisar quando um alimento está apodrecendo ou prestes a acabar. Você poderia pedir para que sua máquina de lavar roupas comece a lavar em determinado horário para que termine logo quando você chegar em casa.

É claro que algo que está constantemente enviando dados nossos precisa ter uma boa segurança e garantia de bom funcionamento. É aí que entra um profissional capacitado para cuidar que tudo funcione corretamente e que as informações permaneçam sigilosas.

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5. Gamificação na área de Sistemas para Internet

Uma pesquisa realizada em 2015 revelou que 40% das maiores empresas americanas utilizam a gamificação em seus negócios. A gamificação significa utilizar elementos de jogo em situações de não-jogo. A técnica pode ser usada tanto com os clientes, a fim de aumentar a relação deles com a marca ou mesmo como estratégia de marketing, quanto com colaboradores, para que se engajem e consigam melhores resultados.

A Aetna, em 2012, gamificou um programa que incentiva colaboradores e clientes a adotarem um estilo de vida mais saudável. Já a Natura utiliza a gamificação em um dos seus sistemas de apoio a tomada de decisão e, após a implementação da estratégia, a empresa verificou que houve um aumento no desempenho dos funcionários.

Um sistema que emprega a gamificação pode fazer uso de personagens, esquemas de pontuação, progresso e recompensas. O profissional especializado em desenvolver sistemas gamificados precisa ter conhecimento do negócio para o qual está empregando a estratégia, bem como conhecimentos técnicos de programação, rede, banco de dados e até design.

Se você se animou com todas essas perspectivas para o profissional de Sistemas para Internet matricule-se já em um curso superior tecnológico. Saiba que o tecnólogo é um curso superior mais especialista e menos generalista em um determinado assunto.

Além disso, o curso superior de tecnologia possui duração entre 2 e 3 anos. Não podemos deixar de mencionar que os preços são mais acessíveis que os de cursos de bacharelado e, mesmo assim, são de qualidade.

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Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia Pereira Medeiros da Fonseca é reitora do Centro Universitário de João Pessoa - Unipê. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Maryland-EUA, exerceu cargo de Chefe de Arquitetura de Informação (Chief Information Architect) e Gerente do Departamento de Gestão da Informação do Banco Mundial. Possui experiência em negociação e cooperação internacional na área de projetos de informação com agências multilaterais e bilaterais, administrando programas relacionados à análise e ao apoio de projetos científicos e tecnológicos.

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