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5 dicas essenciais para você escolher o curso certo

Todos os anos a oferta de novos cursos de graduação aumenta no país, com a inauguração de mais Faculdades, Centros Universitários e Universidades e o maior acesso ao ensino superior por parte da população, que passou a contar com diversos sistemas de cotas e financiamentos.

Dicas para você escolher o curso certo!

Diante desse universo de escolhas, acertar na hora de marcar o x no curso pode ser complicado. Por isso reunimos cinco dicas essenciais para você escolher o curso certo!

1. Confira se seu curso é aprovado pelo MEC:

Antes de optar por um curso, evite decepções com instituições de ensino superior que não possuem autorização do MEC para funcionar. Saiba qual a situação do estabelecimento perante o governo: para isso, basta uma rápida consulta no site do INEP. O credenciamento do MEC é obrigatório para qualquer instituição de educação que queira iniciar seus trabalhos. Os processos de credenciamento e autorização de cursos são considerados finalizados somente depois do ato de publicação no Diário Oficial da União.

2. Faça um teste vocacional:

Não se sinta culpado (a) caso realmente não tenha a menor idéia sobre qual curso escolher. Isso é bastante comum, principalmente na faixa entre 18 e 20 anos. No entanto, considere fazer um teste vocacional que, com uma série de perguntas direcionadas, pretende situá-lo dentro da área que mais tem a ver com você, como humanas, exatas, biológicas ou contábeis. Aliado ao teste, procure saber quais os cursos superiores em alta no mercado. 

A incrível batalha do Ensino Superior

3. Conheça bem a instituição de ensino:

O ideal é que você encontre respostas satisfatórias para perguntas como:

  • A faculdade oferece a infraestrutura necessária para o meu desempenho?
  • O curso apresenta muitos candidatos por vaga em seu vestibular?
  • Quantos professores com mestrado e doutorado no corpo docente? (Um número maior de docentes com títulos pode ser um forte indicativo de que o conteúdo das aulas será mais qualificado).
  • A Faculdade oferece possibilidades de Intercâmbio? Em caso afirmativo, significa que ela tem reconhecimento em outros países e essa troca de experiências é sempre benéfica.

4. Compare valores:

Quanto custa a mensalidade do curso que pretende escolher? A pergunta é essencial, principalmente em se tratando do fato de que cada instituição possui uma metodologia própria na hora de estipular o preço das mensalidades. Algumas cobram um preço cheio pelo semestre, independente da quantidade de disciplinas que você irá cursar. Outras possuem sistemas diferentes: cobram proporcionalmente ao número de créditos por matéria, estabelecendo uma quantidade mínima de matérias que você deve fazer por semestre.

Além do preço, é importante saber se a instituição oferece modalidades de financiamento, como o ProUni (que pode dispensar a necessidade de vestibular) e o FIES (que concede crédito ao estudante para financiar o curso). Fora essas duas linhas do Governo Federal, há também módulos de financiamento criados pelas próprias instituições.

5. Avalie o custo-benefício:

Os gastos com o ensino superior não se resumem às mensalidades. Você vai gastar com xerox de textos distribuídos pelos professores, alimentação e transporte, para citar apenas os principais. Por isso, cursos oferecidos por instituições localizadas mais próximas da sua casa podem pesar positivamente em sua balança de avaliações, já que você irá gastar menos com deslocamento e alimentação.

Informação nunca é demais: quanto mais detalhes você souber sobre os cursos existentes e a realidade do mundo acadêmico, menos chance você tem de fazer uma escolha da qual se arrependa depois. Pesquise, procure, não tenha medo de perguntar. Um curso superior é o maior investimento que pode fazer na sua vida, então nunca deve ser decidido da noite para o dia, no calor das circunstâncias. Boa sorte!

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Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia da Fonseca

Ana Flávia Pereira Medeiros da Fonseca é reitora do Centro Universitário de João Pessoa - Unipê. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Maryland-EUA, exerceu cargo de Chefe de Arquitetura de Informação (Chief Information Architect) e Gerente do Departamento de Gestão da Informação do Banco Mundial. Possui experiência em negociação e cooperação internacional na área de projetos de informação com agências multilaterais e bilaterais, administrando programas relacionados à análise e ao apoio de projetos científicos e tecnológicos.

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