O que é o design de sistemas de disputas (DSD)?

Todos conhecem a tradicional forma de resolver litígios: a Justiça comum. A justiça é conceituada, de forma básica, como dar a cada pessoa o que ela efetivamente merece, seja recompensa ou punição. Na Grécia antiga, a Justiça era representada segurando uma balança e com os olhos vendados — daí, a expressão de que a “Justiça é cega” (ela é imparcial em seus julgamentos, não se deixando intimidar ou se favorecer por dinheiro ou outras vantagens).

Na verdade, isso é como deveria ser. Mas, na realidade, nem sempre é assim. O Sistema Judiciário brasileiro apresenta muitas limitações. Um dos grandes problemas é que ele não possui infraestrutura suficiente para dar conta de todas as demandas que vão parar nos Tribunais de Justiça.

Para aliviar a sobrecarga que pesa sobre o Poder Judiciário, os advogados estão recomendado seus clientes a buscarem formas alternativas de resolução de conflitos, métodos extrajudiciais como conciliação,mediação e arbitragem.

Neste post, falaremos sobre o design de sistemas de disputa ou DSD. Saiba mais sobre o assunto a seguir.

Saiba mais sobre mediação no direito de família

A mediação, como método homocompositivo de resolução de conflitos, é recomendada para diferentes situações que envolvem direitos patrimoniais disponíveis. Tanto pode ser usada por pessoas físicas como por pessoas jurídicas. Trata-se de uma alternativa para a Justiça comum, que já vive sobrecarregada com processos não resolvidos e/ou mal resolvidos, alguns arquivados sem solução definitiva.

Um dos âmbitos em que é possível aplicar a mediação com grande êxito é no Direito de Família, a fim de resolver questões que envolvem afins e consanguíneos. Você sabia disso? Leia o post e descubra mais sobre a mediação no Direito de Família.

Descubra o papel da mediação na alienação parental

Cada vez mais, as pessoas usam formas extrajudiciais de resolução de conflitos, pois envolvem menos tempo, menos burocracia e menos custos totais.

Entre essas formas, a mediação se destaca como uma opção autocompositiva (ou homocompositiva), ou seja, as próprias partes envolvidas tomam a decisão sobre o que fazer.

Neste post, trataremos da mediação na alienação parental, explicando de se trata e as vantagens de usá-la!

Saiba o que é e como funciona a mediação online (ODR)

A mediação, a arbitragem e a conciliação são métodos extrajudiciais para solucionar casos diversos. Eles são mais rápidos, menos formais, mais amistosos e ajudam a reduzir a quantidade de demandas que é levada ao Poder Judiciário. Os locais onde se realizam essas formas alternativas e extrajudiciais são as Câmaras de Mediação e Arbitragem, que contam com seus própriosmediadores, conciliadores a árbitros, mas também aceitam a escolha externa de seus clientes.

Atualmente, a evolução digital alcançou também esse segmento, dando origem à ODR (Online Dispute Resolution), ou Resolução de Disputa Online. Por meio de plataformas específicas, é possível solucionar problemas fora do Poder Estatal.

Neste post, os leitores ficarão sabendo como funciona a mediação online!

Saiba mais sobre ética na mediação de conflitos

A ética está presente em tudo na sociedade. Praticamente cada profissão tem o seu código de ética, especialmente aquelas que pertencem a áreas que envolvem assuntos mais delicados, como Medicina, Direito, Política e Religião.

Agir de forma antiética geralmente resulta em penalidades para o profissional. É uma forma de estimular o comportamento adequado na realização de suas tarefas. Contudo, ainda é comum vermos o código de ética ser ferido sem que aconteça nada ao profissional.

Quando se trata de resolver problemas fora do âmbito judiciário, também é preciso respeitar a ética nas relações. Neste post, mostraremos como funciona a ética na mediação de conflitos.